
Território autônomo da Dinamarca, a Groenlândia encontra-se sob os holofotes internacionais devido a uma crescente disputa geopolítica entre os Estados Unidos e Europa. No último final de semana, as tensões foram acirradas após as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a possível anexação da ilha, levando países europeus a intensificar suas medidas de segurança no Arco Ártico.
Com a possibilidade de uma política expansionista por parte dos EUA, várias nações europeias realizaram manifestações em cidades estratégicas, buscando demonstrar descontentamento e reforçar a importância da defesa do território ártico. A Groenlândia, com cerca de 56 mil habitantes, torna-se assim um ponto central de tensão na geopolítica atual.
No contexto econômico, a relação entre o Brasil e a Groenlândia é limitada, especialmente no comércio de produtos florestais. Em 2024, o Brasil exportou 24,2 mil quilos desse segmento para a ilha, gerando uma receita de US$ 16,4 mil, conforme dados do sistema Agrostat do Ministério da Agricultura. Esse número representa uma pequena fração do total das exportações brasileiras.
Esse volume exportado em 2024 foi significativamente menor se comparado a 2023. No ano anterior, o Brasil embarcou 69,9 mil quilos, rendendo US$ 52,8 mil, o que indica uma queda de 65,4% em volume e 68,9% em receita.
O Brasil também importa produtos da Groenlândia, principalmente pescados. Em 2023, o país adquiriu 2,3 mil quilos por US$ 30,8 mil. Este volume é inferior ao registrado em 2019, quando 7,8 mil quilos foram importados, a um custo de US$ 71,8 mil.
É importante destacar que as principais atividades econômicas da Groenlândia incluem a pesca e o processamento de frutos-do-mar. Mesmo com a pequena representatividade no comércio bilateral com o Brasil, a ilha permanece como um ponto vital na geopolítica global.
Com a situação atual, a Groenlândia continua a ser um território estratégico tanto pela sua localização no Ártico quanto pelos recursos naturais que abriga, mantendo a atenção das potências mundiais.

No dia 6 de agosto de 2026, de 14h às 18h, entidades promoveram em Natal o evento 'Minerais Críticos para o Rio Grande do Norte', com foco em industrialização e valor agregado a recursos estratégicos. Líderes destacaram a importância dos minerais críticos e o potencial do tungstênio no Seridó.

As recentes decisões da Justiça sobre a recuperação de créditos de PIS e Cofins têm chamado a atenção de empresas do agronegócio. O entendimento, que ganhou força após as mudanças promovidas pela Lei Complementar 224/2025, pode representar uma oportunidade para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias revisarem sua estratégia tributária e recuperarem valores pagos indevidamente.
A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.