
A cidade de Lucas do Rio Verde, situada em Mato Grosso, fortalece sua posição como um importante centro do agronegócio no Brasil, destacando-se pela industrialização de grãos e pela disposição de receber investimentos internacionais.
Numa recente visita ao município, representantes da Muyuan Foodstuff, a maior empresa mundial de produção de suínos, mostraram interesse em importar grãos, como soja e milho, destinados à fabricação de ração animal e realizar estudos de viabilidade para investir na criação e processamento de carne suína.
O prefeito de Lucas do Rio Verde destacou a importância de apresentar o potencial do município às empresas interessadas em investir. Segundo ele, “é sempre importante receber as empresas que têm interesse de investir no município de Lucas do Rio Verde”. Ele enfatizou a importância de fornecer informações reais para que as empresas possam realizar seus estudos de avaliação e viabilidade.
Kong Xiang Dong, diretor de compras do grupo Muyuan, elogiou o ambiente de negócios favorável e a receptividade do município. “A cidade tem muita oportunidade e está aberta para empresas virem e investirem”, declarou.
A consolidação do município não se dá apenas pela importação de grãos, mas também por seu esforço em agregar valor às matérias-primas, promovendo o desenvolvimento econômico e melhorando a qualidade de vida da população local. Esta estratégia fortalece o conceito do município como uma verdadeira “Cidade de Oportunidades”.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade, Welligton Souto, destacou a posição estratégica do município no agronegócio brasileiro. “Lucas do Rio Verde vem cada vez mais se consolidando como esse entroncamento do grão”, ressaltou, mencionando a proximidade dos grãos do estado, que gera mais oportunidades para o município.
Com esses desenvolvimentos, Lucas do Rio Verde reafirma sua importância no cenário nacional e internacional, atraindo cada vez mais investidores e fortalecendo seu crescimento econômico.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.