
A busca por alternativas viáveis e lucrativas no agronegócio tem direcionado pequenos investidores para uma tendência inovadora: a criação de mini animais. Esse novo modelo, que desafia a ideia de que apenas grandes fazendas podem ser lucrativas, revela-se uma mina de ouro para empreendedores que desejam otimizar o uso de espaços reduzidos.
Cada empreendimento rural deve começar com um planejamento detalhado. Definir objetivos claros - seja para produção de carne, leite, ovos ou mel - e medir o terreno disponível são etapas fundamentais. Avaliar a disponibilidade de água e estradas de acesso, além de calcular o tempo dedicado aos cuidados diários, garante que o investimento traga retornos satisfatórios.
Para assegurar o sucesso de uma mini fazenda, investir em infraestrutura simples é essencial. Cercas elétricas baratas, cochos adaptados e bebedouros automáticos conseguem otimizar ao máximo o espaço disponível. Considerar fatores como o clima local e o solo auxilia na escolha das melhores soluções para cada tipo de criação.
Algumas raças se destacam nesse cenário de mini fazendas devido ao seu elevado potencial produtivo e baixo custo de manutenção. Conheça os cinco astros desse novo agro:
Uma fazenda compacta de 1 hectare pode render cerca de R$130 mil por ano com a combinação das espécies mencionadas. O investimento inicial é relativamente acessível, permitindo que novos produtores entrem para o setor sem preocupações financeiras excessivas.
Iniciantes devem ficar atentos para não cometer equívocos, como a compra de matrizes sem pedigree ou a escolha de raças que não se adaptam ao ambiente. Superlotar o espaço e não diversificar as espécies são erros que podem levar ao prejuízo. Manter um planejamento robusto e informado é essencial para o sucesso.
À medida que a valorização de produtos orgânicos e diferenciados cresce no mercado, o modelo de mini fazendas se firma como um dos caminhos mais promissores para pequenos investidores que buscam rentabilidade e inovação no agronegócio.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.