
No último sábado, a indústria aérea brasileira perdeu um de seus nomes mais influentes, Constantino Júnior, CEO da Gol. O executivo faleceu aos 57 anos, após uma batalha contra o câncer. Sua morte foi lamentada por funcionários, amigos e familiares, que se reuniram para uma cerimônia de adeus marcada por profunda emoção.
Flores e Solidariedade
Em reconhecimento ao legado de Constantino, foram recebidas 340 coroas de flores durante seu velório. Para transformar a tristeza em um gesto de solidariedade, os familiares e amigos em colaboração com o projeto "Alma da Flor" decidiram reaproveitar as coroas, criando mais de 300 buquês. Desta forma, o significado das homenagens foi ampliado, levando um pouco de conforto e beleza a outros ambientes.
A Gol, em nome de seus colaboradores, expressou profundo pesar pela perda do fundador, reconhecendo não só seu papel vital na empresa, mas também suas qualidades pessoais que moldaram a cultura corporativa da companhia.
Jornada Profissional e Legado
Constantino Júnior iniciou a Gol em 2001, introduzindo a bem-sucedida estratégia de low cost ao mercado brasileiro. Esse pioneirismo permitiu à Gol sua estabilização e posterior expansão, tornando-se parte de um respeitável grupo internacional.
Assumindo o cargo de CEO desde o início, Constantino liderou a companhia por 11 anos até 2012, continuando até sua morte como membro do Conselho de Administração. Além disso, ocupava a posição de presidente-executivo do Grupo Abra, uma holding que controla outras empresas aéreas como Avianca e Wamos Air, atendendo a mais de 150 destinos mundialmente.
Reflexões e Impacto
A morte de Constantino Júnior destaca não apenas a perda de uma figura central para a Gol e o setor aéreo brasileiro, mas também deixa lições valiosas de liderança e inovação. Seu estilo humano e visão estratégica continuarão a influenciar a empresa e o mercado de aviação, perpetuando o impacto de suas contribuições.
Ao se despedir de um homem que era visto além de líder, mas como um mentor e inspirador, a Gol e a comunidade aéra celebram o legado de Constantino, solidificando seu nome na história da aviação brasileira.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.