
O setor de pecuária do Mato Grosso do Sul registrou um crescimento notável no abate de bovinos com certificação orgânica e sustentável em 2025. Houve um aumento de 12%, totalizando 205,9 mil cabeças, conforme informado por Guilherme de Oliveira, diretor executivo da Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO).
Esse crescimento foi significativamente impulsionado pelo crescente engajamento dos produtores em um programa estadual de incentivo fiscal. A implementação deste programa incentivou os produtores a adotarem práticas mais sustentáveis, resultando em um aumento na produção de carne orgânica e sustentável.
O aumento no abate de bovinos sustentáveis não apenas contribui para a economia local, mas também apoia iniciativas globais de sustentabilidade. Com a demanda por produtos orgânicos e sustentáveis crescendo, o estado posiciona-se como um dos líderes nesse setor.
Embora o crescimento seja um marco significativo, ainda existem desafios, como a necessidade de maiores investimentos em tecnologia e logística para manter padrões elevados de produção sustentável.
Com o suporte de políticas governamentais e reconhecimento das práticas sustentáveis, o futuro parece promissor para a pecuária orgânica e sustentável no Mato Grosso do Sul. Este avanço pode servir de exemplo e incentivar outras regiões a adotar práticas semelhantes.
É importante ressaltar o papel da ABPO, que continua a auxiliar produtores na transição para um modelo de produção mais sustentável e responsável.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.