
Um levantamento recente da TTS Energia, especialista em engenharia e construção de usinas fotovoltaicas, revela que cerca de 333 mil empresas no Brasil estão adotando a energia solar para suas operações. Este movimento abrange estabelecimentos comerciais, de serviços, indústrias e o agronegócio, destacando a crescente importância da sustentabilidade no cenário empresarial.
A transição para a energia fotovoltaica resultou em um investimento expressivo de R$ 9,6 bilhões em novas instalações até 2025. Este avanço é substanciado pelos dados oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com um acréscimo de 3,1 gigawatts (GW) em capacidade apenas no último ano, alcançando cerca de 333 mil empresas e propriedades rurais.
Desde 2012, a energia solar passou a abastecer 2,6 milhões de empresas e propriedades agrícolas, contando com 774 mil instalações e uma capacidade total de 21 GW. Este crescimento refletiu-se no desempenho significativo da TTS Energia, que em 2025 registrou um aumento de 20% nos negócios, com a comercialização de aproximadamente 370 megawatts-pico (MWp) em projetos para diversas empresas no Brasil.
Entre os projetos notáveis, está a instalação de 130 módulos fotovoltaicos no centro de operações da Aggreko em Jaguariúna, São Paulo, resultando em uma potência de 79,3 kilowatts-pico (kWp). Outro destaque é o primeiro centro tecnológico da Henkel na América Latina, onde foram instalados mais de 580 módulos fotovoltaicos, distribuídos em duas miniusinas com uma potência total de 360 kilowatts (kWp).
Segundo Jacques Hulshof, CEO da TTS Energia, "A energia solar permanece um pilar estratégico para as empresas, combinando competitividade e previsibilidade de custos com o avanço das metas de descarbonização". Hulshof acrescenta que a próxima etapa da transição energética corporativa é a incorporação de baterias para armazenamento de energia renovável, aumentando a eficiência e segurança das operações empresariais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.