
Luanda, Angola - Angola está a intensificar os seus esforços para fortalecer cadeias de valor domésticas e diminuir a dependência de importações por meio de investimentos estratégicos na agroindústria. O Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrícola (FADA) alocou aproximadamente 2,5 milhões de dólares para financiar seis projetosa locais, com o intuito de impulsionar o setor e apoiar a economia nacional.
Esses investimentos fazem parte do programa “Transforma Aqui”, apoiado pelo governo, e incluem diversos empreendimentos agroindustriais em regiões como Luanda, Icolo e Bengo, Malanje, Huambo e Namibe. Durante o lançamento do programa de comunicação governamental “Angola Produz”, a presidente do FADA, Felisberta Francisco, destacou o potencial do setor em criar empregos e fomentar a indústria local.
Os projetos financiados evidenciam um foco renovado na transformação de produtos agrícolas, ao invés de apenas aumentar o volume de produção. A partir disso, Angola pretende consolidar sua capacidade de transformação regional. Os projetos incluem a produção de carne de aves em Icolo e Bengo, criação de suínos e operações de abate no Namibe, bem como a conservação e transformação de frutas, alho e piri-piri.
A relevância deste movimento vai além dos números. Angola está a priorizar o processamento agrícola, que une a produção rural ao abastecimento urbano, promovendo a estabilidade econômica. Os projetos refletem uma lógica de substituição de importações, especialmente em setores como proteínas animais e produtos básicos processados, reduzindo a necessidade de divisas para importação.
O programa de financiamento do FADA é voltado para micro, pequenas e médias empresas, oferecendo condições favoráveis como um período de carência de dois anos, juros anuais de 7% e prazos de reembolso de até 84 meses. Este apoio já beneficiou 12 projetos de MPMEs, totalizando 4,8 milhões de dólares, além de modernizar e instalar pequenas indústrias de processamento em áreas com produção agrícola consolidada.
Este impulso financeiro da FADA sinaliza uma mudança estratégica em Angola, com foco na construção de um sistema agrícola robusto, centrado no processamento e desenvolvimento de cadeias de valor locais. A execução e acompanhamento dos projetos será crucial para determinar seu impacto, mas a direção é evidente: transformar a discussão agrícola de quantidade para qualidade e industrialização.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.