
Publicado em 26 de janeiro de 2026
Paraná, Brasil: O estado do Paraná continua a ver cenários otimistas no setor de soja, graças ao bom andamento da semeadura, que alcançou significativos 98% da área total.
Segundo a TF Agroeconômica, as condições do mercado estão favorecendo o produtor. Os preços para pagamento e entrega agendada em dezembro, no porto, foram informados a R$ 134,00 por saca, apresentando uma leve variação semanal de -0,74%. No interior do estado, as cotações giraram em torno de R$ 123,14 por saca, com uma redução de 1,47% na semana.
Especialistas observam que, apesar das oscilações nos preços, a expectativa para a safra de soja permanece positiva devido à eficiência no processo de semeadura. Este contexto oferece base sólida para os agricultores projetarem ganhos em meio ao cenário atual.
Ao comparar com o estado do Rio Grande do Sul, que também atingiu altos índices de plantio, o Paraná destaca-se pela estabilidade no planejamento de colheita e entrega. A sustentabilidade no preço, mesmo com variações, sustenta a confiança do mercado.
No geral, o andamento favorável da semeadura de soja no Paraná reflete um quadro promissor para os meses seguintes, beneficiando não apenas produtores, mas também toda a cadeia de comercialização. Tais indicadores são essenciais para um mercado que busca superar adversidades e garantir produtividade.
Global Saúde continuará acompanhando de perto o desenvolvimento e os impactos no mercado de soja, trazendo atualizações à medida que novos dados surgirem, garantindo que nossos leitores estejam sempre informados acerca das tendências do setor agrícola.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.