
O Big Brother Brasil, em sua 26ª edição em 2026, confirma seu papel como um dos motores econômicos mais significativos da mídia nacional. O reality show, transmitido pela Globo, está prestes a ultrapassar a histórica marca de R$ 1,5 bilhão em receitas publicitárias neste ano, evidenciando seu poder como catalisador no mercado publicitário brasileiro, que cresce a dois dígitos segundo o Cenp-Meios.
Nesta intensa disputa pela atenção da audiência de milhões de telespectadores, as marcas veem no BBB uma plataforma de engajamento e exposição sem comparação.
A estreia de peso em 2026 ficou por conta da TIM. Num esforço para integrar suas ações nas esferas da TV, digital e influenciadores, a operadora de telecomunicações busca maximizar alcance e engajamento. Como afirma Marcos Lacerda, VP de Marca e Comunicação da TIM, Marca forte é aquela que entra na conversa e não somente no patrocínio.
Os impactos da presença das marcas dentro do reality show não se restringem apenas ao engajamento social: há um claro reflexo comercial. Informações da Kantar IBOPE Media e consultorias de e-commerce indicam que as ativações e inserções promocionais resultam em aumentos de até 150% em buscas orgânicas logo após exibições importantes, como provas e festas. Este fenômeno de impulsionamento do tráfego, comparável ou até superior a tradicionais datas comerciais, evidencia uma jornada de compra mais acelerada e influenciada diretamente pelo programa.
Além da TIM, o Mercado Livre e o Mercado Pago reafirmam sua presença dominadora no segmento de e-commerce e fintechs com quase 4,9 mil inserções, demonstrando uma estratégia intensa de presença na mídia. O setor de serviços, por sua vez, vê o iFood como representante de peso, com 1.968 inserções.
Outros segmentos também marcam presença: no ramo de apostas, a Betano registra 442 inserções, enquanto a Cimed, representante do setor de saúde, participa com 216 inserções. A diversidade das marcas no BBB é ampla, abrangendo desde o varejo alimentar, com figuras como McDonald’s e Nestlé, até o setor educacional com a Estácio.
Este cenário ressalta o BBB 26 como mais do que um simples programa de entretenimento: ele é um fenômeno midiático capaz de reconfigurar estratégias de mercado e ditar tendências no consumo publicitário brasileiro.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.