
A Ambev deu um passo significativo em direção à sustentabilidade com a inauguração de sua nova fábrica de garrafas de vidro em Carambeí, região dos Campos Gerais do Paraná. Com um investimento de R$ 1 bilhão, a unidade foi desenvolvida para minimizar os impactos ambientais e promover a economia circular no setor cervejeiro do Brasil.
Integrando-se completamente às práticas ambientais responsáveis, a fábrica começa suas operações utilizando 100% de energia elétrica de fontes renováveis e está equipada para operar com biocombustíveis. A moderna infraestrutura inclui fornos de alta eficiência energética que reduzem as emissões de gases de efeito estufa.
Em termos de composição do produto, as garrafas produzidas nesta unidade conterão, pelo menos, 20% de vidro reciclado, podendo alcançar até 80%. Essa prática não apenas fortalece a cadeia de reciclagem, mas também apoia o Plano de Resíduos Sólidos do Paraná.
“A cerveja é uma paixão nacional e para nós é importante que toda a nossa cadeia de valor cresça. Esse investimento é um marco na nossa história e representa o nosso compromisso em fortalecer o setor, a economia e o país, atendendo os nossos consumidores cada vez melhor”, afirmou Carlos Lisboa, CEO da Ambev.
Além dos benefícios ambientais, a produção local de garrafas reduz o impacto das emissões de CO₂ associados ao transporte através da diminuição das distâncias logísticas.
A estratégia de integrar as etapas produtivas em um único local permite maior eficiência operacional e fortalece um modelo industrial sustentável.
“O Paraná é um estado estratégico e muito importante para a Ambev. Temos campos de cevada, fábricas, centros de distribuição e milhares de colaboradores no estado que trabalham todos os dias para entregar os melhores produtos e serviços. Agora, as garrafas feitas aqui no Paraná vão chegar também em outros estados, gerando impacto nacional na cadeia de valor”, comentou Lisboa.
Durante a fase de construção da fábrica, foram geradas mais de 4,2 mil vagas de emprego na região. Com a operação em andamento, estima-se a criação de cerca de 170 novos empregos diretos e indiretos.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.