
O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) consolidou-se como um protagonista essencial no financiamento do agronegócio do Paraná, alcançando R$ 1,26 bilhão em contratações durante o ano de 2025. Este significativo volume financeiro foi alcançado por meio de 3.621 operações e reflete um crescimento robusto, impulsionado pela necessidade de financiamento para a produção e competitividade do setor agrícola no estado.
O comprometimento do BRDE com o agronegócio paranaense é expresso em um abrangente aporte financeiro que superou a marca de R$ 1 bilhão. No segundo semestre de 2025, a contribuição do departamento paranaense do banco foi de R$ 850 milhões, registrando um crescimento de 10% em comparação com o ano-safra anterior.
**Este resultado evidencia o papel do BRDE como financiador de longo prazo**, essencial para sustentar a produção agrícola e aumentar a competitividade do estado.
Os recursos foram direcionados para diversos segmentos do agronegócio, com destaque para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que recebeu aproximadamente R$ 422,9 milhões. Esse financiamento é crucial para sustentar a agricultura familiar, uma parte vital da produção agrícola local.
Além disso, investimentos em áreas estratégicas, como a construção e ampliação de armazéns, somaram R$ 277,6 milhões, o que contribui para uma gestão mais eficiente da armazenagem e redução de perdas produtivas.
O cooperativismo foi amplamente incentivado com um investimento de R$ 178,1 milhões no Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop). Outros programas, focados em modernização tecnológica e sustentabilidade, receberam R$ 136,9 milhões, reforçando a importância da inovação para manter a competitividade.
O Banco do Agricultor Paranaense, desde a sua criação em 2021, desempenha um papel crítico, destinando R$ 414 milhões em 2.927 projetos, representando um componente significativo das operações do BRDE no meio rural em 2025.
Visando o futuro, o BRDE planeja intensificar sua presença e interação com o setor agrícola, participando do Show Rural Coopavel 2026, um dos maiores eventos do segmento. Isto reflete a contínua estratégia do banco em sustentar e promover o crescimento do agronegócio no Paraná.
O desempenho notável do BRDE com a alocação de R$ 1,26 bilhão em crédito, sublinha a relevância das suas iniciativas financeiras voltadas à modernização e eficiência do agronegócio no Paraná. A atuação do banco em 2025 reforça seu papel como parceiro fundamental na viabilização de investimentos, contribuindo significativamente para a sustentabilidade e crescimento do setor agrícola local.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.