
O Aeroporto Internacional de Viracopos, localizado em Campinas, terminou o ano de 2025 atingindo um recorde histórico. Com 12,8 milhões de passageiros, o terminal experimentou um aumento significativo no fluxo de viagens. Este crescimento acompanha uma tendência nacional de crescimento no turismo, que deve movimentar mais de R$ 218 bilhões durante a alta temporada de 2026, conforme destaca a Confederação Nacional do Comércio.
Um destaque notável foi o aumento no número de voos internacionais, com Viracopos registrando 1,1 milhão de passageiros. Este crescimento é resultado de uma série de fatores que vêm impulsionando o setor. O empresário do turismo, Pedro Moura, em entrevista ao programa Manhã CBN, explanou sobre os aspectos que têm favorecido esta expansão.
O aumento no número de passageiros em Viracopos reforça os impactos positivos na economia local e nacional. A movimentação gerada pelo setor eleva a geração de empregos diretos e indiretos, além de incrementar a receita através de impostos e taxas aeroportuárias.
Os desafios e oportunidades para o setor são igualmente significativos. Com a crescente demanda internacional, existe um potencial enorme para expandir a infraestrutura e serviços oferecidos pelos aeroportos, possibilitando uma experiência mais satisfatória para os passageiros.
O otimismo no setor de turismo segue em ascensão, impulsionado por eventos culturais e esportivos internacionais que estão por vir, além de políticas voltadas para a atração de turistas. A expectativa é que aeroportos como Viracopos continuem a colocar o Brasil em destaque como um destino internacional cada vez mais relevante.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.