
O Aeroporto Internacional de Viracopos, localizado em Campinas, terminou o ano de 2025 atingindo um recorde histórico. Com 12,8 milhões de passageiros, o terminal experimentou um aumento significativo no fluxo de viagens. Este crescimento acompanha uma tendência nacional de crescimento no turismo, que deve movimentar mais de R$ 218 bilhões durante a alta temporada de 2026, conforme destaca a Confederação Nacional do Comércio.
Um destaque notável foi o aumento no número de voos internacionais, com Viracopos registrando 1,1 milhão de passageiros. Este crescimento é resultado de uma série de fatores que vêm impulsionando o setor. O empresário do turismo, Pedro Moura, em entrevista ao programa Manhã CBN, explanou sobre os aspectos que têm favorecido esta expansão.
O aumento no número de passageiros em Viracopos reforça os impactos positivos na economia local e nacional. A movimentação gerada pelo setor eleva a geração de empregos diretos e indiretos, além de incrementar a receita através de impostos e taxas aeroportuárias.
Os desafios e oportunidades para o setor são igualmente significativos. Com a crescente demanda internacional, existe um potencial enorme para expandir a infraestrutura e serviços oferecidos pelos aeroportos, possibilitando uma experiência mais satisfatória para os passageiros.
O otimismo no setor de turismo segue em ascensão, impulsionado por eventos culturais e esportivos internacionais que estão por vir, além de políticas voltadas para a atração de turistas. A expectativa é que aeroportos como Viracopos continuem a colocar o Brasil em destaque como um destino internacional cada vez mais relevante.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.