
Por Thiago Portes
Antônio Galvan, produtor rural e ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja), confirmou que buscará uma vaga no Senado Federal. Ele optou por esta candidatura "solo", após não encontrar apoio nos maiores partidos de direita.
Galvan é atualmente filiado ao Democracia Cristã, partido presidido por sua esposa, Paula Maria Boaventura. Ele explicou que os principais partidos já fecharam acordos com outros pré-candidatos, o que complicou sua aliança com essas legendas.
"Estamos numa carreira solo no próprio partido, o Democracia Cristã, partido do qual minha esposa é presidente, até mesmo para garantir uma vaga para disputar o Senado. Infelizmente, os partidos maiores estão fechados com A ou com B. Se tivermos medo do desafio, não faremos nada", declarou Galvan.
Em 2022, Galvan concorreu pelo PTB e obteve um expressivo segundo lugar, com 25,95% dos votos, somando 337.003 eleitores. Com base neste resultado, ele acredita ter chances reais de conquistar uma das duas vagas disputadas nas próximas eleições.
Confiança na Eleição
"Acredito que, em 2022, com o reconhecimento que tivemos, ficamos em segundo lugar. Tenho muita fé de que vamos conseguir uma dessas duas vagas. Independentemente da questão política, há pessoas que estão há muito tempo na política, e o desgaste é natural", afirmou.
Com a trajetória em destaque e a forte presença no cenário político, Galvan se posiciona como uma figura significativa no quadro eleitoral vindouro, destacando-se nos debates políticos locais e nacionais.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.