
9ª edição 2026
Em 2026, a 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro ganha um significado ainda maior ao integrar as celebrações dos 130 anos de atuação da Bayer no Brasil. O prêmio amadureceu ao longo dos anos, ampliando seu alcance e relevância nacional.
Para celebrar essa trajetória de sucesso, a cerimônia de premiação deste ano acontecerá em agosto, em São Paulo, em um evento exclusivo para convidados realizado pela Bayer e pela ABAG.
O encontro visa enriquecer a experiência das participantes, ampliar a visibilidade das premiadas e fomentar discussões sobre temas estratégicos do agronegócio.
Para que o público geral também possa acompanhar, a cerimônia de premiação será transmitida ao vivo pelos canais digitais da Bayer e a ABAG.
As inscrições para a categoria Produtora Rural da 9ª edição estão abertas até o dia 17 de junho e podem ser realizadas pelo site oficial: www.premiomulheresdoagro.com.br.
Categoria Produtora Rural
A cada edição, o prêmio reconhece nove produtoras rurais, divididas entre primeiro, segundo e terceiro lugares nas categorias pequena, média e grande propriedade. Podem participar mulheres que gerenciem propriedades rurais e adotem práticas alinhadas aos pilares econômico, social e ambiental da sustentabilidade.
Para concorrer, as candidatas realizam a inscrição pelo site oficial e apresentam a documentação da propriedade. As produtoras também podem ser indicadas por terceiros e, posteriormente, recebem suporte para concluir o cadastro.
Por fim, as vencedoras são escolhidas por uma banca independente formada por especialistas do setor, como pesquisadores, consultores, executivos e advogados, sem a participação de colaboradores da Bayer ou da ABAG.
Categoria Ciência e Pesquisa
Criada em 2023, a categoria Ciência & Pesquisa reconhece pesquisadoras e cientistas que contribuem para o avanço do agronegócio por meio da inovação, tecnologia e sustentabilidade.
As profissionais são indicadas pelo site do prêmio e avaliadas por um comitê técnico com base em critérios como o currículo Lattes, a relevância e o impacto científico, social e ambiental dos projetos, além da contribuição para o desenvolvimento sustentável do setor.
Após essa análise técnica, três finalistas são selecionadas para uma votação popular online. A vencedora recebe um incentivo financeiro destinado à instituição de pesquisa à qual seu projeto está vinculado, garantindo apoio para a continuidade e a expansão dos estudos desenvolvidos.
Conexão Mulheres no Agro
O PMA integra a estratégia do Conexão Mulheres no Agro, programa criado pela Bayer em 2020 para promover a diversidade e a equidade de gênero no setor. A iniciativa é estruturada nos pilares conectar, reconhecer, capacitar e incentivar, buscando fortalecer o papel das mulheres na liderança do agronegócio.
A Bayer compreende que investir nessas profissionais é essencial para acelerar a transformação do setor, promovendo a troca de experiências e inspirando um ecossistema mais diverso, inovador e sustentável.
Jornada do Conhecimento
Como parte desse ecossistema de desenvolvimento, a Jornada do Conhecimento oferece conteúdos, experiências práticas e oportunidades de aprendizado focadas na capacitação técnica e comportamental de produtoras rurais, preparando novas lideranças para os desafios do campo.

O texto celebra a participação da indústria brasileira de máquinas e equipamentos em feiras internacionais — Hannover Messe, Feimec e Agrishow — destacando que esses eventos vão além da exposição, funcionando como palcos onde a engenharia se materializa por meio de protótipos, demonstrações e negócios capazes de redefinir setores. A Hannover Messe é apresentada como um dos principais termômetros da indústria global, reunindo visitantes de diversos continentes e setores como automação, energia, digitalização e engenharia de precisão, promovendo parcerias estratégicas e a convergência entre inovação e negócios. O Brasil é retratado como capaz de atuar em feiras de nível internacional, promovendo soluções tecnológicas competitivas, não apenas na Europa ou na Ásia, mas....

A Bahia Farm Show chega à sua 20ª edição, de 8 a 13 de junho, em Luís Eduardo Magalhães (Oeste da Bahia). Com o lema “Somos um só”, a feira reforça a importância do agronegócio regional, que responde por cerca de 14% do PIB da Bahia e movimenta cerca de R$ 40 bilhões na economia local. Dados da Aiba apontam que o Oeste produz entre 9 e 10 milhões de toneladas de grãos por ano (89% da produção estadual) e 96% da produção de algodão, com 843 mil toneladas em pluma. A região, que abrange Barreiras, São Desidério e Formosa do Rio Preto, ocupa 171 mil km² e abriga quase 1 milhão de habitantes; muitos moradores são migrantes do Sul que chegaram na década de 1970/1980 em busca de oportunidades no Cerrado.

O 18º Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui) reuniu fiscais estaduais agropecuários de diferentes regionais da Seapi para discutir sanidade, produção, reprodução e gestão na suinocultura brasileira. O evento, que se encerrou em 21 de maio no Centro de Eventos da PUCRS, teve como objetivo ampliar a qualificação técnica dos profissionais da defesa sanitária. Gustavo Diehl, fiscal estadual agropecuário e coordenador do Programa de Sanidade Suína da Seapi, destacou que a participação em eventos técnicos é uma excelente oportunidade de qualificação para enfrentar desafios sanitários e aprimorar o atendimento às demandas da cadeia produtiva de suínos.

Resumo executivo: - A Rondônia Rural Show Internacional (RRSI) chega à 13ª edição, em Ji-Paraná, de 25 a 30 de maio, consolidando-se como uma das maiores feiras do agronegócio da Região Norte, reunindo produtores e investidores de diversas regiões do país. -

Resumo: A Faz o Bem Queijaria, localizada em Piumhi (Canastra), produz queijo artesanal agroecológico com práticas regenerativas e foco em bem-estar animal e meio ambiente. A produção orgânica certificada atuou até meados de 2025, mantendo grande parte das práticas orgânicas (sem venenos nas pastagens e no milho, controle de carrapatos com biológicos e fitoterápicos) e adotando medidas de regeneração ambiental, como preservação de cerca de 45% da área em mata nativa (APP e RL), acima do exigido pela legislação. Entre as ações estão pastejo integrado com sistemas agroflorestais, sombra e alimento para o gado, além do aproveitamento do soro na alimentação de suínos, gerando menor impacto ambiental. A produção atual fica em torno de 10 peças de queijo por dia, a partir de aproximadamente 100 litros de leite, com itens como Queijo Minas Artesanal da Canastra, Canastra casca florida natural e o queijo autoral Tardezinha, comercializados em todo o Brasil, com São Paulo como principal demanda.