
Participação no Sinsui amplia preparo em sanidade, produção e reprodução suína e fortalece a defesa sanitária no estado.
Sanidade suína e defesa agropecuária estiveram no centro da agenda de qualificação de fiscais estaduais agropecuários de diferentes regionais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Os profissionais participaram do 18º Simpósio Internacional de Suinocultura — Produção, Reprodução e Sanidade Suína (Sinsui), realizado no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com encerramento na quinta-feira (21/5).
O objetivo da presença dos servidores no evento foi ampliar a qualificação técnica e consolidar conhecimentos alinhados às demandas atuais da cadeia de suínos, com foco especial na prevenção e resposta a riscos sanitários. A iniciativa reforça a importância da atualização contínua de equipes responsáveis por ações de fiscalização, vigilância e orientação ao setor produtivo.
“A participação em eventos técnicos como esse é uma excelente oportunidade de qualificação dos técnicos da Seapi para estarem preparados para enfrentamentos a possíveis desafios sanitários, além de qualificar os atendimentos às demandas da cadeia produtiva de suínos.”
Gustavo Diehl, fiscal estadual agropecuário e coordenador do Programa de Sanidade Suína da Seapi
De acordo com a coordenação do Programa de Sanidade Suína, a programação abordou temas diretamente relacionados à atuação em defesa sanitária animal, oferecendo aos participantes uma visão atualizada sobre práticas, tendências e discussões que impactam a suinocultura brasileira.
O Simpósio Internacional de Suinocultura tem como proposta central promover atualização técnica e estimular a inovação no setor, reunindo profissionais, pesquisadores e agentes do mercado para discutir caminhos de maior eficiência e sustentabilidade na atividade.
Em foco no simpósio: sanidade, produção, reprodução e gestão eficiente, com integração entre teoria acadêmica e práticas de mercado.
Além de atualizar conhecimentos, o encontro busca aproximar a ciência da realidade do campo e fomentar debates sobre o futuro da produção na América Latina, fortalecendo o desenvolvimento do setor e contribuindo para decisões mais técnicas em toda a cadeia.
Sanidade suína: temas voltados à prevenção e controle de desafios sanitários, com reflexos na biosseguridade e na vigilância.
Produção: práticas e estratégias para maior eficiência produtiva e qualidade no manejo.
Reprodução: atualização sobre processos reprodutivos e impactos no desempenho do plantel.
Gestão: métodos e abordagens para uma gestão mais eficiente e alinhada às exigências do mercado.
Integração setorial: diálogo entre academia e mercado, com perspectivas para a suinocultura na América Latina.
A presença de fiscais agropecuários em um evento técnico de alcance internacional reforça a prioridade dada à segurança sanitária e ao atendimento de qualidade às demandas do setor. Na prática, a qualificação contribui para decisões mais rápidas, análises mais consistentes e uma atuação mais preparada diante de cenários que podem afetar a saúde animal e a produtividade.
Ao ampliar a formação técnica, o estado fortalece ações de rotina e de contingência, elevando o padrão de resposta em temas que impactam diretamente a suinocultura, a competitividade do produtor e a confiança do mercado.
Área Benefício direto Defesa sanitária Maior preparo para prevenir e enfrentar desafios sanitários na suinocultura. Atendimento ao setor Aprimoramento técnico para orientar e responder às demandas da cadeia produtiva. Atualização e inovação Contato com tendências, boas práticas e discussões que impactam produção e gestão. Integração academia-mercado Alinhamento entre evidências técnicas e aplicação prática no sistema produtivo.
Com o encerramento do Sinsui, a expectativa é que o conhecimento compartilhado durante o simpósio contribua para uma atuação cada vez mais qualificada dos fiscais e para o fortalecimento das estratégias de sanidade suína e defesa agropecuária no Rio Grande do Sul.

Criado em 2018 pela Bayer, em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), o Prêmio Mulheres do Agro (PMA) reconhece e valoriza o protagonismo feminino no agronegócio brasileiro. A iniciativa destaca produtoras rurais, pesquisadoras e cientistas que desenvolvem práticas inovadoras, sustentáveis e de impacto social no setor.

O texto celebra a participação da indústria brasileira de máquinas e equipamentos em feiras internacionais — Hannover Messe, Feimec e Agrishow — destacando que esses eventos vão além da exposição, funcionando como palcos onde a engenharia se materializa por meio de protótipos, demonstrações e negócios capazes de redefinir setores. A Hannover Messe é apresentada como um dos principais termômetros da indústria global, reunindo visitantes de diversos continentes e setores como automação, energia, digitalização e engenharia de precisão, promovendo parcerias estratégicas e a convergência entre inovação e negócios. O Brasil é retratado como capaz de atuar em feiras de nível internacional, promovendo soluções tecnológicas competitivas, não apenas na Europa ou na Ásia, mas....

A Bahia Farm Show chega à sua 20ª edição, de 8 a 13 de junho, em Luís Eduardo Magalhães (Oeste da Bahia). Com o lema “Somos um só”, a feira reforça a importância do agronegócio regional, que responde por cerca de 14% do PIB da Bahia e movimenta cerca de R$ 40 bilhões na economia local. Dados da Aiba apontam que o Oeste produz entre 9 e 10 milhões de toneladas de grãos por ano (89% da produção estadual) e 96% da produção de algodão, com 843 mil toneladas em pluma. A região, que abrange Barreiras, São Desidério e Formosa do Rio Preto, ocupa 171 mil km² e abriga quase 1 milhão de habitantes; muitos moradores são migrantes do Sul que chegaram na década de 1970/1980 em busca de oportunidades no Cerrado.

Resumo executivo: - A Rondônia Rural Show Internacional (RRSI) chega à 13ª edição, em Ji-Paraná, de 25 a 30 de maio, consolidando-se como uma das maiores feiras do agronegócio da Região Norte, reunindo produtores e investidores de diversas regiões do país. -

Resumo: A Faz o Bem Queijaria, localizada em Piumhi (Canastra), produz queijo artesanal agroecológico com práticas regenerativas e foco em bem-estar animal e meio ambiente. A produção orgânica certificada atuou até meados de 2025, mantendo grande parte das práticas orgânicas (sem venenos nas pastagens e no milho, controle de carrapatos com biológicos e fitoterápicos) e adotando medidas de regeneração ambiental, como preservação de cerca de 45% da área em mata nativa (APP e RL), acima do exigido pela legislação. Entre as ações estão pastejo integrado com sistemas agroflorestais, sombra e alimento para o gado, além do aproveitamento do soro na alimentação de suínos, gerando menor impacto ambiental. A produção atual fica em torno de 10 peças de queijo por dia, a partir de aproximadamente 100 litros de leite, com itens como Queijo Minas Artesanal da Canastra, Canastra casca florida natural e o queijo autoral Tardezinha, comercializados em todo o Brasil, com São Paulo como principal demanda.