
Autorização do CMN Impulsiona FIAGROS e Garante Crescimento ao Setor Agropecuário
O deputado federal Arnaldo Jardim, do Cidadania-SP e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), destaca 2025 como um ano de consolidação para os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (FIAGROS). A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de permitir que fundos previdenciários adquiram cotas, somada ao maior acesso das cooperativas a esses financiamentos, foi decisiva para esse sucesso.
“Essas medidas oferecem novas oportunidades de investimento para os cooperados e ampliam as fontes de financiamento para os produtores”, afirma Jardim, comentando sobre como essas mudanças fortalecem o financiamento do setor agropecuário.
Mesmo com os avanços em 2025, desafios significativos foram enfrentados. A Frente Parlamentar da Agropecuária desempenhou um papel crucial na eliminação de vetos presidenciais que comprometiam os FIAGROS, assegurando aos produtores e investidores o acesso ao crédito rural, previsibilidade de investimento e segurança jurídica.
O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), ressaltou que a tentativa de taxação dos FIAGROS ameaçava o setor, impactando diretamente o acesso ao crédito e os investimentos voltados para práticas sustentáveis. “É imperativo garantir que a taxação não afete os fundos essenciais para o financiamento do agro,” comentou Lupion, acrescentando que manter o veto presidencial teria comprometido a competitividade, aumentado custos para os produtores e reduzido a disponibilidade de crédito.
Atualmente, os FIAGROS reúnem mais de 600 mil investidores, com um ticket médio de R$ 15 mil, movimentando aproximadamente R$ 40 bilhões. Segundo Lupion, a taxação poderia elevar os custos, restringir o crédito e comprometer o desenvolvimento dos setores estratégicos da economia brasileira produtiva.
O Futuro dos FIAGROS e das Cadeias Produtivas
Esses fundos são fundamentais para a continuidade da expansão agroindustrial no Brasil, facilitando o financiamento de práticas sustentáveis e inovadoras. Com a eliminação dos vetos e a autorização do CMN, espera-se um crescimento contínuo e sustentável do setor, com reflexos positivos em toda a cadeia produtiva e benefícios significativos para a economia do país.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.