
Fundo de Descarbonização do Espírito Santo Apoia Transição Energética no Estado
O Governo do Espírito Santo, em uma iniciativa pioneira, anunciou o lançamento do Fundo de Descarbonização, que visa impulsionar projetos empresariais focados na transição energética e na minimização de emissões de gases de efeito estufa. Esse novo fundo, avaliado em quase R$ 1 bilhão, estará acessível a diversos setores, incluindo a agropecuária.
Administrado pelo BTG Pactual, vencedor da licitação realizada pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) em 2025, o Fundo de Descarbonização recebeu um substancial aporte de R$ 500 milhões do Fundo Soberano, derivado das receitas de petróleo e gás, além de R$ 400 milhões investidos pelo BTG Pactual. O objetivo é continuar a captação de novos investidores, criando oportunidades de investimentos sustentáveis.
O acesso aos recursos é condicionado às empresas que se concentrarem na execução de projetos que promovam a redução de carbono nos setores de energia, indústria, agricultura, florestas, uso do solo, transportes e resíduos. Para garantir uma distribuição equilibrada, o fundo proíbe a canalização de recursos para um único setor.
Sergio Cutolo, sócio da BTG Pactual Asset Management, destacou a importância desse mecanismo, que combina governança pública e investimentos privados, visando uma economia de baixo carbono. Cutolo explicou que esta é uma oportunidade de transformar metas ambientais em ações concretas com impacto significativo para o estado.
Empresas interessadas em apoio devem estar em conformidade com regulamentações de saúde, segurança e meio ambiente, além de apresentarem adimplência com a União e entidades estaduais.
A seleção do BTG Pactual como gestor do fundo ocorreu após uma criteriosa chamada pública nacional, que avaliou diversas propostas de gestão. A responsabilidade da organização será atender às empresas e avaliar projetos que estejam alinhados ao Plano de Descarbonização do Espírito Santo, focando em setores prioritários.
O governador Renato Casagrande salientou que o fundo reforça uma agenda climática de longa data no estado, com programas pioneiros como o Reflorestar e o Programa Capixaba de Mudanças Climáticas, destacando o compromisso do Espírito Santo com o desenvolvimento sustentável.
“A criação deste fundo simboliza um avanço significativo no compromisso com o desenvolvimento sustentável, transformando recursos fósseis em oportunidades de investimento em energia limpa,” declarou Casagrande.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.