
Ribeirão Preto (SP) - A 31ª edição da Agrishow, a maior feira de tecnologia para o agronegócio na América Latina, está com os ingressos à venda. O primeiro lote, disponível até 22 de fevereiro, tem o valor de R$ 75 por dia e a opção de meia-entrada a R$ 37,50, com a compra exigindo a seleção da data desejada.
Programado para ocorrer entre 27 de abril e 1º de maio de 2026, o evento acontecerá das 8h às 18h, reunindo mais de 800 marcas e espera atrair 197 mil visitantes de mais de 50 países. Países como Espanha, República Tcheca, Índia, e EUA terão representantes entre as delegações e empresas presentes.
O tema deste ano, “A força de nossas raízes”, destaca a base e evolução tecnológica do agronegócio. De acordo com João Carlos Marchesan, presidente da Agrishow, a feira é fundamental para a apresentação de inovações que aumentam a produtividade e competitividade agrícola, promovendo ainda parcerias internacionais.
Além da exposição de máquinas e equipamentos, a diretora da Informa Markets, Liliane Bortoluci, ressalta a importância de conexões e troca de conhecimento. Com iniciativas como o Agrishow Labs e o Agrishow Pra Elas, o evento oferece experiências que promovem networking e aprendizados valiosos para os participantes.
Com um recinto de mais de 520 mil metros quadrados, a Agrishow 2026 está preparada para receber um público diversificado, incluindo empresas e representantes internacionais buscando expandir sua presença no mercado latino-americano. Este ano, o evento continua a ser um ponto de encontro essencial para profissionais do agronegócio interessados em inovação e parcerias estratégicas.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.