
O Reino Unido enfrenta uma situação crítica frente à disseminação do vírus H5N1, com o Departamento de Meio Ambiente e Assuntos Rurais (Defra) confirmando um cenário de emergência contínua na temporada de 2025/2026. Os dados divulgados recentemente revelam que 90 casos de Alta Patogenicidade já foram registrados em todo o território britânico, evidenciando uma progressão descontrolada.
Concentrando 72 dos casos confirmados, a Inglaterra emerge como o epicentro da crise. Apenas na última semana, focos foram identificados em importantes granjas comerciais situadas em Suffolk (Bacton), North Yorkshire (York) e na região escocesa de Penicuik. Ao detectar novos casos, as autoridades ativaram zonas de proteção e ordenaram o abate sanitário em larga escala.
Neste cenário alarmante, um caso isolado de Baixa Patogenicidade (H5) foi registrado em Norfolk, sendo o único deste tipo na temporada até o momento.
O impacto do vírus na produção avícola é direto e severo. A Grã-Bretanha permanece sob a designação de “Zona de Prevenção”, o que implica em medidas rigorosas de biosseguridade. A ordem de alojamento obrigatório na Inglaterra e no País de Gales impede que aves sejam criadas soltas, restringindo o acesso às áreas externas. Embora crucial para evitar a interação com aves migratórias, essa medida afeta negativamente o bem-estar animal e aumenta os custos operacionais dos produtores.
Na Escócia e no País de Gales, sete casos foram registrados em cada região, enquanto a Irlanda do Norte contabiliza quatro ocorrências. As autoridades britânicas aconselham máxima vigilância por parte dos produtores, especialmente com a temporada migratória ainda em curso e o vírus mantendo uma alta carga viral no ambiente.
Conclusão: A situação no Reino Unido é uma chamada de alerta para todos os envolvidos na cadeia de produção avícola, demandando ações coordenadas e eficazes para conter a disseminação do vírus H5N1.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.