
O agronegócio brasileiro deu mais um importante passo na conquista de espaço no mercado do Peru. Recentemente, o Serviço Nacional de Sanidade Agrária do Peru (Senasa) autorizou a habilitação de plantas industriais brasileiras, permitindo a exportação de farinha de carne e ossos de bovinos, além de hemoderivados de bovinos e suínos.
Com essa decisão, o Brasil pode iniciar imediatamente as operações comerciais nestes segmentos. Em maio de 2024, o acesso dos produtos brasileiros já havia sido permitido, mas era necessária a aprovação sanitária das unidades produtoras. Desta forma, a autorização finalmente transforma acordos sanitários em fluxos comerciais efetivos, fortalecendo a competitividade do Brasil com produtos de maior valor agregado.
No total, 14 empresas brasileiras receberam aprovação para exportar farinha de carne e ossos bovina ao Peru. Esses produtos servem como insumos valiosos para a nutrição animal e são essenciais para diferentes segmentos produtivos. Por outro lado, quatro empresas foram autorizadas a exportar hemoderivados de bovinos e suínos, ampliando, assim, a oferta de produtos para aplicação nas áreas farmacêutica, veterinária e industrial.
Além disso, o Senasa habilitou outras três empresas brasileiras para a exportação de farinhas de aves ao mercado peruano. Com essa autorização, o número de estabelecimentos aptos a fornecer esse produto cresceu em 21%, reforçando a participação do Brasil em segmentos estratégicos.
Em um movimento que visa garantir ainda mais segurança na relação comercial, a autoridade sanitária peruana renovou as licenças de todos os estabelecimentos que já comercializavam farinha de aves. Essa renovação estende a validade das autorizações até dezembro de 2028, levando previsibilidade ao fluxo comercial.
A decisão do governo peruano é vista como uma ação que reforça o fluxo de insumos nas cadeias produtivas locais, ampliando significativamente as oportunidades para a indústria brasileira no mercado regional. Ao diversificar suas exportações com subprodutos de bovinos, suínos e aves, o Brasil consolida cada vez mais sua posição como fornecedor confiável, com altos padrões sanitários e capacidade de atender às exigências técnicas internacionais.
Esse movimento não só fortalece os laços comerciais entre Brasil e Peru, mas confirma o potencial do agronegócio brasileiro em mercados globais, reforçando o país como um parceiro estratégico no fornecimento de insumos indispensáveis.

No dia 6 de agosto de 2026, de 14h às 18h, entidades promoveram em Natal o evento 'Minerais Críticos para o Rio Grande do Norte', com foco em industrialização e valor agregado a recursos estratégicos. Líderes destacaram a importância dos minerais críticos e o potencial do tungstênio no Seridó.

As recentes decisões da Justiça sobre a recuperação de créditos de PIS e Cofins têm chamado a atenção de empresas do agronegócio. O entendimento, que ganhou força após as mudanças promovidas pela Lei Complementar 224/2025, pode representar uma oportunidade para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias revisarem sua estratégia tributária e recuperarem valores pagos indevidamente.
A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.