
O conselho de administração da Gafisa anunciou mudanças significativas na liderança da companhia, com a escolha de Luis Fernando Ortiz como o novo diretor-presidente. Esta decisão vem como uma substituição à Sheyla Resende, cuja gestão na empresa chegou ao término.
Além disso, foram anunciadas mudanças no setor financeiro da Gafisa, com a eleição de Taimir Barbosa para os cargos de diretora financeira e diretora executiva operacional responsável pela área de controladoria.
Os cargos de vice-presidência de negócios e relações com investidores mantiveram sua liderança atual, com Frederico Kessler e Carmelo Di Leta respectivamente.
No comunicado, a empresa destacou o legado de Sheyla Resende, que completou 16 anos na Gafisa, iniciando sua carreira como trainee e, mais recentemente, desempenhando papel crucial como diretora-presidente na fase de reposicionamento da companhia no competitivo mercado imobiliário de alto luxo.
A nomeação de Ortiz é vista como um passo estratégico para assegurar a continuidade da atual gestão, que foca no reposicionamento das atividades da Gafisa como uma das forças predominantes no setor de alto luxo.
Com uma carreira na Gafisa que se estende por 14 anos, Ortiz ocupava anteriormente a vice-presidência de negócios, desempenhando um papel crucial na expansão e strategic repositioning da empresa nas principais capitais como São Paulo e Rio de Janeiro.
Essas mudanças reforçam o compromisso da Gafisa em inovar e consolidar sua posição de destaque no setor imobiliário, especialmente no segmento de alto luxo.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.