
O conselho de administração da Gafisa anunciou mudanças significativas na liderança da companhia, com a escolha de Luis Fernando Ortiz como o novo diretor-presidente. Esta decisão vem como uma substituição à Sheyla Resende, cuja gestão na empresa chegou ao término.
Além disso, foram anunciadas mudanças no setor financeiro da Gafisa, com a eleição de Taimir Barbosa para os cargos de diretora financeira e diretora executiva operacional responsável pela área de controladoria.
Os cargos de vice-presidência de negócios e relações com investidores mantiveram sua liderança atual, com Frederico Kessler e Carmelo Di Leta respectivamente.
No comunicado, a empresa destacou o legado de Sheyla Resende, que completou 16 anos na Gafisa, iniciando sua carreira como trainee e, mais recentemente, desempenhando papel crucial como diretora-presidente na fase de reposicionamento da companhia no competitivo mercado imobiliário de alto luxo.
A nomeação de Ortiz é vista como um passo estratégico para assegurar a continuidade da atual gestão, que foca no reposicionamento das atividades da Gafisa como uma das forças predominantes no setor de alto luxo.
Com uma carreira na Gafisa que se estende por 14 anos, Ortiz ocupava anteriormente a vice-presidência de negócios, desempenhando um papel crucial na expansão e strategic repositioning da empresa nas principais capitais como São Paulo e Rio de Janeiro.
Essas mudanças reforçam o compromisso da Gafisa em inovar e consolidar sua posição de destaque no setor imobiliário, especialmente no segmento de alto luxo.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.