
Em um notável avanço no setor de mineração, a Vale anunciou que sua produção de minério de ferro atingiu 336,1 milhões de toneladas em 2025. Este resultado representa um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior, 2024, superando claramente a meta estabelecida pela mineradora.
Contribuindo significativamente para este aumento, a produção no quarto trimestre de 2025 registrou um expressivo volume de 90,4 milhões de toneladas. Esse resultado marca um crescimento de 6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
Este desempenho acentuado da Vale solidifica sua posição dominante no mercado de mineração global. A capacidade de ultrapassar suas próprias metas reflete estratégias eficazes e um foco contínuo na melhoria dos processos de extração e produção.
Essas conquistas não apenas reforçam a posição da companhia como líder no setor, mas também impulsionam a economia local, gerando empregos e fomentando o desenvolvimento socioeconômico nas regiões de mineração.
A contínua eficiência na produção de minério de ferro posiciona a Vale estrategicamente bem para enfrentar desafios futuros e capturar novas oportunidades de mercado. Com parcerias robustas e um comprometimento com a inovação, a expectativa é de que a empresa continue a crescer nos próximos anos.
Manter o foco em práticas sustentáveis e assegurar operações eficientes são prioridades principais para a mineradora, visando não apenas o crescimento econômico, mas também uma contribuição positiva para o meio ambiente e as comunidades afetadas por suas operações.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.