
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado em 27 de janeiro, data que marca a libertação do Campo de Concentração Nazista de Auschwitz pelas tropas soviéticas em 1945. Estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, essa data busca homenagear as milhões de vítimas do regime nazista, incluindo muitas crianças cujas futuras contribuições para a humanidade foram brutalmente interrompidas.
Entre as lembranças dolorosas do Holocausto, a resiliência e criatividade da comunidade judaica após a tragédia são notáveis. Até 2025, aproximadamente 220 pessoas de origem judaica ou com pelo menos um progenitor judeu terão recebido o Prêmio Nobel, representando de 20% a 22% de todos os laureados individuais. Este fato demonstra a incrível capacidade intelectual e inovadora do povo judeu.
No Brasil, essa inovação também encontrou terreno fértil. As contribuições de pesquisadores e instituições judaicas, principalmente após o pós-guerra, foram determinantes para proporcionar avanços significativos na agricultura brasileira. A revolução agrícola promovida por tecnologias inovadoras em gestão de recursos e produtividade, desenvolvidas em Israel visando sua segurança alimentar, agora também impulsiona o agronegócio brasileiro.
Israel se destacou no desenvolvimento de tecnologias agrícolas, especialmente na área de irrigação e gestão hídrica. A Irrigação por Gotejamento, desenvolvida na década de 1960 pela empresa Netafim, representa uma das maiores inovações do setor, ao aplicar água e nutrientes diretamente na raiz das plantas, reduzindo desperdícios através de uma eficiência de até 100%. A liderança de Israel na reciclagem de águas residuais, com mais de 50% da água agrícola proveniente do reuso, também está entre seus notáveis sucessos.
Além disso, plásticos e filmes agrícolas inteligentes como as coberturas de polietileno de Ginegar revolucionaram o cultivo em condições adversas e em estufas, efetivamente controlando luz, temperatura e plantas daninhas.
Entre as inovações, a invenção israelense do tomate cereja e o desenvolvimento de variedades resistentes ao clima e pragas são marcantes. Esses avanços garantem alta produtividade e qualidade, mesmo em condições extremas, o que tem sido amplamente adotado no Brasil. A pesquisa genética em Israel também trouxe novas variedades de cítricos, azeitonas e abacates, além de sistemas de controle biológico de pragas, como o BioBee, que reduzem a necessidade de pesticidas químicos.
A agricultura de precisão se tornou uma realidade graças aos avanços israelenses em tecnologias associadas, como AgTechs, IoT e inteligência artificial. Essas inovações, que incluem o uso de IA, sensores de solo e drones, possibilitam aos agricultores otimizar suas operações em tempo real, baseando-se em dados precisos para tomada de decisão.
Adicionalmente, o uso de tratores e veículos autônomos para coleta de dados e automação do manejo agrícola contribui para o alto rendimento, como observado na significativa produção leiteira em Israel, considerada uma das mais altas do mundo, devido ao uso de monitoramento por sensores e melhoramento genético.
No Brasil, grande parte dos produtores rurais ainda enfrenta desafios significativos, como a falta de extensão rural e assistência técnica. Contudo, o modelo israelense de integração entre pesquisadores, extensionistas e produtores já tem mostrado impacto positivo, refletindo no aumento da produtividade agrícola desde a independência de Israel.
As tecnologias e práticas desenvolvidas em Israel não só tornaram o país autossuficiente em alimentos, mas também contribuíram no combate à escassez de água e alimentos em diversas regiões, incluindo o Brasil. Esses avanços refletem uma resiliência notável e uma contribuição significativa para a segurança alimentar global.
Finalmente, relembrando o impacto duradouro da Shoah, reforça-se a importância de não esquecer o genocídio e entender suas implicações para evitar a repetição de erros do passado. A transição para a era da história exige manter viva a memória dos horrores do Holocausto, enquanto se valoriza as notáveis contribuições judaicas para o mundo, expressando o adágio de Charles Baudelaire: “Você me deu sua lama e eu te devolvi ouro.”

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.