
O Banco de Brasília (BRB) continua em negociações para renovar seu contrato de patrocínio com o Flamengo, mesmo enfrentando desafios financeiros significativos. Essa iniciativa acontece apesar da necessidade de um aporte financeiro de R$ 2 bilhões devido a problemas internos relacionados a fraudes no Banco Master.
Atualmente, o patrocínio do BRB com o Flamengo gira em torno de R$ 25 milhões por ano. As discussões para a renovação do contrato estão em andamento, possibilitando um aumento do valor com base no índice IPCA, e a extensão do acordo por mais três anos. É importante destacar que o atual contrato está previsto para expirar em março.
A renovação em negociação abrange o patrocínio do futebol profissional nas modalidades masculina e feminina. Além disso, o BRB possui uma parceria com o clube para a operação de um banco digital, o Nação BRB Fla. Este empreendimento é considerado um negócio distinto do contrato de patrocínio esportivo.
A combinação das duas iniciativas, o patrocínio ao futebol e o banco digital, deve custar ao BRB aproximadamente R$ 40 milhões por ano. No caso específico do banco digital, o modelo de remuneração anterior, baseado em cadastros de clientes, foi substituído por um valor fixo mínimo de R$ 15 milhões anuais.
Em comunicado oficial à imprensa, o BRB ressaltou que suas decisões de patrocínio são fundamentadas por critérios rigorosos e estratégicos, à luz das novas diretrizes da instituição bancaria. O banco também afirmou que todas as suas parcerias estão sendo reavaliadas em um processo interno que valoriza princípios como economicidade, transparência e governança. Estas ações visam garantir a conformidade com normas e boas práticas de mercado.
O patrocínio ao Flamengo não é a única iniciativa esportiva do BRB. O banco também investe em equipes locais do Distrito Federal e apoia iniciativas no automobilismo, promovendo o esporte regional e nacional.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.