
Isaías Dalle, Agência Gov
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) divulgou recentemente um relatório que destaca um crescente esforço de cientistas e organizações brasileiras em desenvolver tecnologias agrícolas ecológicas. O foco principal dessas pesquisas se concentra na criação de insumos menos prejudiciais ao solo e à saúde humana, notadamente, biofertilizantes e biodefensivos.
Segundo o relatório, de 2012 a 2025, 70% dos pedidos de patentes no Brasil relacionados à agricultura sustentável referem-se ao desenvolvimento de fertilizantes e defensivos agrícolas de base biológica. Isso demonstra um forte movimento de substituição dos tradicionais produtos químicos por soluções inovadoras e sustentáveis.
Durante o período analisado, o INPI registrou 1.205 pedidos de patentes brasileiros nessa área, distribuídos entre empresas (465 pedidos), pessoas físicas (435), instituições públicas de pesquisa (389) e entidades da sociedade civil sem fins lucrativos (41).
A Embrapa se destaca como a instituição pública com o maior número de projetos de patente, somando 34 pedidos. O relatório também evidencia que pedidos de origem estrangeira nesta área atingem 73% do total, com os EUA liderando com 2.515 patentes, seguidos pela Alemanha com 509.
No geral, as invenções voltadas para biofertilizantes e biodefensivos somam 5.879 pedidos, superando outros segmentos, como a agricultura digital, que registrou 2.132 pedidos.
Esses dados sublinham a liderança das pesquisas brasileiras em tecnologias verdes no cenário internacional e refletem a busca por soluções inovadoras que promovam um desenvolvimento agrícola sustentável e responsável.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.