
Santa Catarina - Os produtores agrícolas da região serrana de Santa Catarina estão vivenciando um crescimento significativo no cultivo de frutas vermelhas. Este avanço vem trazendo benefícios não só para a agricultura local, mas também para o turismo e a economia da região.
As frutas como framboesa, amora e mirtilo mostraram uma adaptação notável ao clima único da serra catarinense, o que tem sido fundamental para o sucesso desse cultivo. Essas variedades não apenas enriquecem a agrodiversidade local, mas também oferecem novas oportunidades de negócios para os agricultores locais que buscam alternativas ao plantio tradicional.
Um dos principais fatores que contribuem para esse boom é a adaptação das frutas vermelhas ao ambiente climático e ao solo de altitude. As baixas temperaturas e a boa drenagem da terra criam condições ideais para essas culturas prosperarem. O resultado é uma produção rica e de alta qualidade, que desperta a atenção dos mercados locais e de outras regiões do Brasil.
A diversificação da produção agrícola não só garante uma sustentabilidade maior para os produtores locais, mas também atrai um fluxo crescente de turistas. O turismo rural está se expandindo, com muitos visitantes interessados em vivenciar de perto as fazendas, experimentar as colheitas frescas e participar de festivais dedicados a essas frutas.
O crescente interesse turístico amplia as oportunidades de negócios, gerando emprego e renda para a comunidade local. Iniciativas ligadas ao agroturismo, como trilhas, passeios guiados e degustação diretamente nos pomares, promovem uma experiência enriquecedora e atraente para os visitantes.
Os agricultores estão otimistas quanto ao futuro do cultivo de frutas vermelhas na região. Com o apoio técnico e investimentos em tecnologia agrícola, espera-se um aumento na produção e na qualidade das safras. Além disso, há um interesse crescente em expandir para exportações, explorando mercados internacionais que valorizam produtos frescos e de qualidade.
Em resumo, o cultivo de frutas vermelhas na serra catarinense se consolida como uma força motriz para o desenvolvimento econômico e turístico da região. A sinergia entre agricultura e turismo promete transformar o cenário local, colocando Santa Catarina como um destino importante na rota das frutas vermelhas no Brasil.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.

O Senar MT realizou a Parceria Educacional 2026 em Cuiabá, com participação de cerca de 900 profissionais, entre instrutores e técnicos, visando capacitar e alinhar suas ações no campo. O evento destacou a importância das diretrizes pedagógicas e metodológicas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. O presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, enfatizou o compromisso do Senar MT em garantir a eficácia dos resultados para produtores rurais. A Comissão Famato Mulher também participou, destacando o impacto positivo de mulheres na produção rural. Participantes ressaltaram a necessidade de um tempo de reflexão e qualificação contínua para elevar o padrão das entregas.

Um produtor rural de Viana, Espírito Santo, encontrou batatas-doces gigantes durante a colheita, com a maior pesando 7,15 quilos. O agricultor atribui o tamanho ao plantio na fase lunar minguante, prática aprendida de gerações passadas. Apesar de não haver comprovação científica sobre a influência lunar, a Embrapa destaca a importância de considerar variáveis locais e a genética das cultivares na escolha do período de plantio.

Durante o período de 20 a 26 de janeiro, o clima no Paraná, segundo o Deral, foi marcado por calor intenso, variação regional das temperaturas e chuvas irregulares, afetando o desenvolvimento das lavouras da safra 2025/26. A soja da primeira safra apresenta 89% das áreas em boas condições, mas com contrastes climáticos causando estresse hídrico em algumas regiões. O milho da primeira safra está nas fases finais de enchimento de grãos e maturação, com perspectivas positivas apesar de alguns atrasos. O plantio do milho segunda safra avança com a umidade do solo disponível. A colheita do feijão está em fase final, com resultados variáveis. A batata enfrenta dificuldades de comercialização, enquanto a cana-de-açúcar e a mandioca continuam em desenvolvimento. A fruticultura e as pastagens registram boas condições de qualidade e volume.