
Recentemente, a Sabesp anunciou seus planos de submeter um pedido de registro de oferta pública à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a aquisição das ações ordinárias remanescentes da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia). Essa operação será tratada como uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) por alienação de controle.
Como nova controladora, a Sabesp poderá implementar mudanças significativas na estrutura administrativa da Emae. No entanto, ainda não foram divulgados detalhes específicos sobre quais mudanças ocorrerão ou quando serão realizadas.
A Sabesp adquiriu o controle acionário da Emae após conduzir uma transação com a Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Atualmente, a Sabesp detém 74,9% do capital social votante e 29,79% do capital social total da Emae, o que equivale a 11.009.550 ações ordinárias e 29.950 ações preferenciais.
Em uma movimentação anterior, datada de outubro de 2025, a Sabesp firmou um acordo com a Eletrobras (atual Axia Energia) para adquirir 14.856.900 ações preferenciais da Emae, correspondendo a 66,8% do total. Caso essa transação seja concluída, a Sabesp alcançará a marca de aproximadamente 70,1% de capital social total da Emae, combinando ações ordinárias e preferenciais.
Em um comunicado recente, a Sabesp informou que, no curto prazo, não planeja cancelar o registro de companhia aberta da Emae, e não há uma decisão imediata sobre qualquer reorganização societária que envolva as duas empresas.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.