
26 de janeiro de 2026 - 19h22 (Atualizado em 19h30)
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Resumo: As chuvas do inverno amazônico dificultam a colheita de açaí nos municípios ribeirinhos, levando a uma redução de cerca de 40% na oferta em Macapá e impactando produtores, batedores e consumidores. O tempo chuvoso dificulta o acesso às áreas de colheita e o transporte do fruto até a capital, chegando a reduzir a produção pela metade em dias de chuva (ex.: 180 latas frente a 400–500 em tempo bom). Em Macapá, muitas batedeiras estão sem funcionar por falta de produto; o litro varia entre R$ 20 e R$ 30. A oscilação diária de preços é evidente, com variações entre R$ 18, R$ 25 e até R$ 30, o que preocupa quem depende do fruto para sobrevivência. Adrison Pacheco Pereira comenta que é preciso pagar melhor para conseguir trazer o açaí; Antônio Alves dos Santos destaca o desemprego entre batedores; Andréa de Ataíde confirma o aumento para cerca de R$ 26 por litro; e Rony Gonçalves observa a oscilação diária de preços. A associação de batedores e produtores alerta para a necessidade de soluções para manter a atividade.

O Instituto Desenvolve Pecuária e o Sicadergs lançam a campanha de valorização da carne gaúcha, com o Fundo de Promoção da Carne Gaúcha, apresentado na Abertura da Colheita do Arroz. A presidente Antonia Scalzilli ressalta que a carne do RS possui valor agregado por ser oriunda de raças britânicas, do bioma Pampa e por responsabilidade ambiental e sanitária, devendo ser vendida como uma experiência de churrasco, não como commodity. O Fundocarne é privado e gerido por pecuaristas e indústrias, com recursos destinados a projetos de promoção. A meta é promover a carne gaúcha no RS e em outros mercados brasileiros, destacando seus diferenciais em relação ao restante do país. O presidente-executivo do Sicadergs, Ronei Lauxen, afirma que o objetivo é unir o setor, retomar o protagonismo da pecuária gaúcha e ampliar as exportações, incluindo a busca por novos mercados. Há ainda a aspiração de aumentar a produtividade industrial e discutir soluções para melhorar o ambiente de negócios. Fonte: Correio do Povo.

Sumário: Rumo (RAIL3) tem valorização expressiva impulsionada por volumes recordes de transporte no início de 2026. Analistas avaliam que a alta pode ter ido além dos fundamentos no curto prazo e pedem cautela. O JP Morgan atribui o rali ao crescimento de 55% dos volumes de janeiro vs. o ano anterior, aliado a uma posição vendida relevante no papel. A instituição projeta transporte de 91,1 bilhões de RTK em 2026, alta de 8%, sustentado pela safra agrícola forte. Tarifas ferroviárias pressionadas continuam a preocupar o cenário.

Estão abertas as inscrições para o Dia de Campo na Fazenda Lagoa dos Currais, em Cordisburgo (MG), que será realizado no próximo dia 6. O evento faz parte do programa Dias de Campo, parceria entre Baldan e Embrapa, com o objetivo de disseminar conhecimento técnico, boas práticas e soluções para aumentar a produtividade de forma sustentável. Produtores rurais, pecuaristas, técnicos, consultores, estudantes e demais profissionais do agro poderão acompanhar conteúdos sobre Integração Lavoura-Pecuária, manejo do solo, recuperação de pastagens, consórcios forrageiros, desempenho animal e uso de máquinas e implementos, com foco na realidade da região central de Minas Gerais. A inscrição custa R$ 50,00 e será doada para a Champ1 Research Foundation, com inscrições pelo link do Google Forms.

Resumo: O mercado do boi gordo permanece firme para fevereiro, com oferta de boiadas mais enxuta e demanda aquecida, sustentando um patamar de exportação recorde no início do ano, especialmente para China e EUA, além de bom consumo interno. Em São Paulo, o boi gordo subiu R$2,00/@, o boi China ficou estável porém com negócios acima da referência, e vaca/novilha estáveis. Minas Gerais registrou oferta reduzida com altas generalizadas: Triângulo Mineiro (+R$3,00/@), Belo Horizonte (+R$2,00/@ para boi gordo e vaca; +R$3,00/@ para a novilha), Norte (+R$3,00/@ boi gordo; +R$2,00/@ vaca; +R$5,00/@ novilha) e Sul (+R$5,00/@ para boi gordo e novilha; vaca estável). O indicador “boi China” avançou R$5,00/@ em relação a ontem. No acumulado, a exportação de carne bovina in natura atingiu 136,8 mil toneladas até a segunda semana de fevereiro, com média diária de 13,6 mil t e preço médio de US$ 5,6 mil por tonelada, 13,5% acima do mesmo período de 2025. (Autores: Pedro Gonçalves e Gustavo Duprat)