
No que promete ser um dos casos mais significativos no setor de videogames, a produtora e distribuidora Valve encara um processo no Reino Unido que pode chegar a impressionantes US$897,7 milhões. A acusação alega que a empresa teria cobrado comissões excessivas na plataforma de vendas online Steam, afetando diversas produtoras.
O processo, iniciado em 2024, representa um grupo de até 14 milhões de consumidores britânicos. Esses indivíduos adquiriram jogos ou conteúdos por meio do Steam ou de plataformas associadas a partir de 2018. Os advogados que lideram a ação representam a grupo de defesa do bem-estar infantil, encabeçado por Vicki Shotbolt. A equipe jurídica argumenta que a Valve limita a capacidade dos desenvolvedores de oferecerem jogos mais acessíveis ou previamente lançados em plataformas concorrentes à Steam.
Adicionalmente, foi mencionado que a empresa exige que qualquer conteúdo adicional relacionado a um jogo baixado inicialmente por meio da Steam seja comprado através dessa mesma plataforma. Esse requisito, de acordo com os advogados de Shotbolt, "prende" os usuários e possibilita que a Valve mantenha uma taxa de comissão que eles classificam como "injusta e excessiva", chegando aos 30%.
A Valve ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. A ação representa um crescente descontentamento com a prática de comissões elevadas no mundo digital, refletida também em outras ações coletivas que envolvem gigantes da tecnologia como Apple e Google.
O andamento deste processo pode não apenas impactar significativamente a estrutura tarifária da Valve, mas também influenciar diretamente como as plataformas de distribuição digital operam no futuro.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.