
Otimismo crescente: As ações da Sam Chun Dang Pharm (SCD), empresa farmacêutica sul-coreana, estão em alta, impulsionadas pelo desenvolvimento promissor de medicamentos em formato de pílula para perda de peso. Este avanço significativo elevou a valorização dos papéis da companhia em mais de 75% somente neste mês.
O progresso nas ações catapultou Yoon Dae-in, presidente do conselho da SCD, ao seleto grupo dos bilionários. Yoon, que controla 34% da empresa, também possui uma participação na OPTUS Pharmaceutical, especializada em colírios.
Recentemente, a SCD firmou uma parceria com a farmacêutica japonesa Daiichi Sankyo para desenvolver e comercializar conjuntamente a pílula de emagrecimento no Japão. O anúncio desta colaboração fez com que as ações da empresa subissem quase 40%.
A SCD é reconhecida por suas inovações, como a tecnologia S-Pass, que transforma medicamentos injetáveis em comprimidos. Outro destaque é o sistema de liberação prolongada baseado em microesferas para medicamentos injetáveis, capaz de liberar fármacos gradualmente.
No último ano, a receita da SCD aumentou 6,3%, atingindo 165,5 bilhões de wons. O lucro líquido também cresceu 76%, mostrando a solidez da empresa no mercado.
Fundada em 1943, durante a ocupação japonesa da Coreia, a SCD foi adquirida por Yoon Dae-in em 1986. A companhia abriu seu capital em 2000 e continua sob a liderança de seu genro, Chun In-seok, desde 2022.
Com uma trajetória pautada pela inovação e parcerias estratégicas, a SCD se posiciona no cenário global como uma potência no desenvolvimento de tecnologias farmacêuticas, destacando-se no setor de biotecnologia e contribuindo significativamente para a saúde global.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.