
A companhia aérea Azul ampliou sua malha aérea a partir do aeroporto de Viracopos, localizado em Campinas, com o lançamento de novas rotas para o estado do Mato Grosso e o aumento na frequência de voos para Rondônia.
Desde o início de abril, a Azul passou a operar um voo direto entre Campinas e a cidade de Sorriso (MT), um importante polo do agronegócio brasileiro. Serão realizados 12 voos semanais nos dois sentidos, utilizando aeronaves Embraer E2, com capacidade para 136 passageiros. A expectativa é oferecer 1.632 assentos por semana nessa rota.
Os voos partem de Campinas às segundas, terças, quartas, quintas, sextas e domingos, sempre às 8h20, pousando em Sorriso às 9h30. No retorno, os voos decolam às 10h10 com chegada prevista em Viracopos para as 13h20.
Além disso, a Azul aumentou a frequência de voos para três cidades em Rondônia: Ji-Paraná, Vilhena e Cacoal. Cada rota terá agora 22 voos mensais, um aumento em relação aos 16 anteriormente oferecidos, resultando em 2.992 assentos disponíveis por cidade. Esses voos também utilizarão as aeronaves Embraer 195-E2.
De acordo com a Azul, essa expansão reforça a conectividade do seu maior hub no Brasil, posicionando-se como uma alternativa estratégica para negócios e turismo, além de facilitar o acesso a destinos nacionais e internacionais.

O artigo destaca o apoio do Sicredi aos produtores rurais durante a colheita em Mato Grosso e Rondônia, oferecendo soluções financeiras como crédito rural e consórcio. A cooperativa reforça a importância do planejamento, segurança e logística no período de colheita, disponibilizando serviços como assessoria financeira, seguros e a Tag de Passagem para agilidade no transporte. O Sicredi também promove a organização financeira via cartão e busca estar presente em cada etapa da jornada do produtor, garantindo confiança e suporte alinhados à realidade dos associados, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio local.

No Km 533 da BR-158, entre Água Boa e Canarana, ocorreu um tombamento de semirreboque, causando interdição parcial da pista. A Polícia Rodoviária Federal esteve no local, e um guincho foi utilizado para remover o reboque e parte da carga de soja derramada. O trânsito já flui normalmente.

Uma carreta carregada com soja causou interrupções no tráfego da rodovia MT-208, entre Alta Floresta e Carlinda, ao ficar em formato de "L" após perder força em uma subida, atravesando a pista. A Via Brasil, concessionária da rodovia, informou que não houve vítimas e que equipes foram ao local para controlar a situação. A carga estava sendo transportada para um armazém na MT-208. A motorista relatou uma falha mecânica no motor. Não houve feridos e a carreta sofreu danos leves.

A Prefeitura de Cuiabá intensificou a operação de tapa-buracos visando melhorar o sistema viário da capital. Em janeiro, foram consertados cerca de 5.200 buracos, com previsão de 6.500 até o final do mês. Equipes estão atuando em várias regiões, priorizando vias de alto fluxo e corredores de transporte coletivo. Já em outra frente, a Secretaria de Mobilidade Urbana solucionou uma falha em uma lombada eletrônica no bairro Porto sem prejudicar os motoristas. Equipamentos de controle de velocidade são monitorados regularmente e possuem laudos do Inmetro. A ação da prefeitura é marcada pela busca de soluções ágeis e eficazes para problemas viários.

O setor exportador de café brasileiro enfrentou grandes desafios em 2025 devido à infraestrutura portuária defasada, resultando em prejuízos logísticos de R$ 66,1 milhões e perdas cambiais de R$ 14,67 bilhões. A falta de capacidade e os gargalos nos portos, especialmente em Santos e Rio de Janeiro, prejudicaram o embarque, afetando a competitividade e receita dos produtores. A ineficácia estrutural impacta não só o café, mas também outras commodities. Enquanto uma solução judicial para o Porto de Santos está em disputa, parcerias logísticas no Espírito Santo oferecem esperança de descentralização. No cenário econômico, o Brasil apresentou forte arrecadação federal em 2025, com avanços na balança de serviços e investimento direto estrangeiro, apesar do déficit corrente. A moeda brasileira esteve entre as mais fortes, sustentada por juros altos e diversificação de portfólios, contribuindo para um ambiente econômico resiliente.