
Por: Equipe Global Saúde
A autenticidade e sabor do torresmo tradicional nas mãos de Don Vittorio e seu filho Miguel.
Uma Receita Que Passa de Geração em Geração
Don Vittorio, conhecido por sua habilidade culinária, juntamente com seu filho Miguel, dedica-se à prática e compartilhamento de uma receita tradicional de torresmo, conhecida pelo seu processo meticuloso e resultados saborosos.
Ingredientes e Processo Cuidadoso
A escolha da barriga suína é o ponto de partida essencial. A preparação envolve o uso de uma dry herb, uma mistura especial de temperos secos, além de sal e álcool, que desempenha um papel crucial na desidratação da pele, resultando em um torresmo suculento por dentro e crocante por fora.
A Técnica do Desfarado
O método ensinado por Don Vittorio inclui um passo importante: o amarrar da carne com barbante culinário. Este procedimento não apenas mantém a forma durante o cozimento, mas também facilita um contato uniforme com o calor. Micro-furos são delicadamente feitos na pele, o que contribui para uma desidratação mais eficiente.
O Asar e Fritar Perfeito
A precisão na temperatura e tempo de assado é outro segredo passado de pai para filho. Cozinhar a uma temperatura constante de 180 graus Celsius por cerca de uma hora e meia é fundamental. Após essa etapa, a carne é fatiada e submetida à fritura, alcançando-se assim a desejada pururuca.
Para amantes da culinária e interessados em tradições gastronômicas, a arte de Don Vittorio é uma inspiração arrebatadora.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.

O Senar MT realizou a Parceria Educacional 2026 em Cuiabá, com participação de cerca de 900 profissionais, entre instrutores e técnicos, visando capacitar e alinhar suas ações no campo. O evento destacou a importância das diretrizes pedagógicas e metodológicas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. O presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, enfatizou o compromisso do Senar MT em garantir a eficácia dos resultados para produtores rurais. A Comissão Famato Mulher também participou, destacando o impacto positivo de mulheres na produção rural. Participantes ressaltaram a necessidade de um tempo de reflexão e qualificação contínua para elevar o padrão das entregas.

Um produtor rural de Viana, Espírito Santo, encontrou batatas-doces gigantes durante a colheita, com a maior pesando 7,15 quilos. O agricultor atribui o tamanho ao plantio na fase lunar minguante, prática aprendida de gerações passadas. Apesar de não haver comprovação científica sobre a influência lunar, a Embrapa destaca a importância de considerar variáveis locais e a genética das cultivares na escolha do período de plantio.

Durante o período de 20 a 26 de janeiro, o clima no Paraná, segundo o Deral, foi marcado por calor intenso, variação regional das temperaturas e chuvas irregulares, afetando o desenvolvimento das lavouras da safra 2025/26. A soja da primeira safra apresenta 89% das áreas em boas condições, mas com contrastes climáticos causando estresse hídrico em algumas regiões. O milho da primeira safra está nas fases finais de enchimento de grãos e maturação, com perspectivas positivas apesar de alguns atrasos. O plantio do milho segunda safra avança com a umidade do solo disponível. A colheita do feijão está em fase final, com resultados variáveis. A batata enfrenta dificuldades de comercialização, enquanto a cana-de-açúcar e a mandioca continuam em desenvolvimento. A fruticultura e as pastagens registram boas condições de qualidade e volume.