
As práticas alimentares inovadoras demonstram impactos significativos na saúde e produtividade das aves poedeiras, sendo um tema crucial para o setor avícola.
Com o aumento do uso de ingredientes alternativos nas dietas de poedeiras, as estratégias nutricionais ocupam um papel fundamental na eficiência produtiva das granjas. Compostos antinutricionais comuns em matérias-primas vegetais podem comprometer a absorção de nutrientes, afetando diretamente indicadores como taxa de postura, qualidade da casca e peso corporal das aves.
Entre os principais desafios estão:
Esses compostos podem afetar a saúde intestinal das aves e comprometer seu desempenho zootécnico. Estratégias de mitigação são essenciais para melhorar a eficiência alimentar e a produtividade.
A introdução de enzimas específicas é considerada uma solução eficaz para enfrentar esses desafios. As enzimas quebram componentes indesejáveis no milho e farelo de soja, melhorando a aproveitamento energético e mineral dos alimentos utilizados na ração.
Para tratar especificamente os inibidores de tripsina, o controle do processamento térmico do farelo de soja é crucial, minimizando os efeitos negativos na digestibilidade das proteínas.
Além disso, compostos como taninos e gossipol representam uma ameaça para o consumo e qualidade dos ovos, reforçando a necessidade de um rigoroso controle das matérias-primas utilizadas nas dietas.
As soluções enzimáticas, ajustadas para diferentes cenários nutricionais, têm demonstrado resultados econômicos significativos. Em granjas que adotam a tecnologia, a redução nos custos por tonelada de ração é notável, variando de R$ 15,00 a R$ 30,00, sem afetar negativamente o desempenho das aves. Estas melhorias refletem um claro benefício econômico, garantindo a sustentabilidade do setor.
Segundo Allan Dias, zootecnista da Auster Nutrição Animal, a adoção dessas práticas inovadoras é um caminho promissor para o aumento da eficiência e competitividade das granjas, sublinhando a importância contínua de desenvolver e implementar estratégias nutricionais baseadas em ciência e tecnologia.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.

O Senar MT realizou a Parceria Educacional 2026 em Cuiabá, com participação de cerca de 900 profissionais, entre instrutores e técnicos, visando capacitar e alinhar suas ações no campo. O evento destacou a importância das diretrizes pedagógicas e metodológicas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. O presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, enfatizou o compromisso do Senar MT em garantir a eficácia dos resultados para produtores rurais. A Comissão Famato Mulher também participou, destacando o impacto positivo de mulheres na produção rural. Participantes ressaltaram a necessidade de um tempo de reflexão e qualificação contínua para elevar o padrão das entregas.

Um produtor rural de Viana, Espírito Santo, encontrou batatas-doces gigantes durante a colheita, com a maior pesando 7,15 quilos. O agricultor atribui o tamanho ao plantio na fase lunar minguante, prática aprendida de gerações passadas. Apesar de não haver comprovação científica sobre a influência lunar, a Embrapa destaca a importância de considerar variáveis locais e a genética das cultivares na escolha do período de plantio.

Durante o período de 20 a 26 de janeiro, o clima no Paraná, segundo o Deral, foi marcado por calor intenso, variação regional das temperaturas e chuvas irregulares, afetando o desenvolvimento das lavouras da safra 2025/26. A soja da primeira safra apresenta 89% das áreas em boas condições, mas com contrastes climáticos causando estresse hídrico em algumas regiões. O milho da primeira safra está nas fases finais de enchimento de grãos e maturação, com perspectivas positivas apesar de alguns atrasos. O plantio do milho segunda safra avança com a umidade do solo disponível. A colheita do feijão está em fase final, com resultados variáveis. A batata enfrenta dificuldades de comercialização, enquanto a cana-de-açúcar e a mandioca continuam em desenvolvimento. A fruticultura e as pastagens registram boas condições de qualidade e volume.