
Da Redação - Global Saúde
As lavouras de soja em Primavera do Leste, cobrindo uma área aproximada de 300 mil hectares, apresentam uma perspectiva otimista para a safra 2025/2026, com previsão de produtividade de 65 sacas por hectare. A informação foi divulgada por técnicos e engenheiros agrônomos durante o Rally da Safra, que visitou a região na semana passada.
O coordenador geral do Rally da Safra, André Debastiani, destacou a ausência de problemas extremos no início da temporada como um dos fatores que contribuem para o cenário promissor. Ainda segundo Debastiani, a expansão moderada da área plantada coloca a próxima safra em um nível diferente em relação aos anos anteriores. Na safra anterior, já era possível observar sinais de quebra desde o começo do Rally, mas, neste ano, as lavouras estão mantendo um potencial produtivo dentro da média dos últimos anos.
Conforme reportagem publicada pelo MT Econômico, em 22 de janeiro, a área plantada com soja no Brasil é de 48,8 milhões de hectares. Além da expansão da área, a manutenção da tecnologia empregada é um fator positivo essencial para sustentar o potencial produtivo das lavouras.
A expectativa é que a safra 2025/2026 alcance uma produção recorde de 182,2 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como um dos líderes globais no cultivo de soja. O bom desempenho reflete o avanço no uso de tecnologias agrícolas e a gestão eficiente dos produtores locais, que permanecem atentos às condições climáticas e desafios agrícolas típicos do setor.
A região de Primavera do Leste, reconhecida pela alta produtividade agrícola, continua a desempenhar um papel crucial para o setor. As boas práticas agrícolas e o investimento contínuo em inovação são elementos chave para garantir o sucesso da colheita e contribuir significativamente para a economia nacional.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.