
Os nematoides são vermes microscópicos presentes no solo que representam um dos maiores desafios para o setor agrícola no Brasil. Embora invisíveis a olho nu, suas consequências nas lavouras são devastadoras.
Embora algumas espécies de nematoides sejam benéficas para o solo, ajudando na ciclagem de nutrientes, muitas variedades parasitárias atacam diretamente as raízes das plantas. Esses parasitas prejudicam a absorção de água e nutrientes, impactando negativamente no desenvolvimento vegetal e gerando perdas significativas na agricultura.
Os nematoides passam por fases de vida que incluem ovo, forma jovem e adulto. Devido ao seu tamanho microscópico, a identificação só é possível por meio de exames laboratoriais, destacando a importância de um monitoramento constante nas lavouras.
Uma pesquisa de 2022 realizada pela Syngenta, em parceria com a Agroconsult e a Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN), revelou que os prejuízos econômicos causados pelos nematoides parasitas alcançam cerca de R$ 65 bilhões anuais no Brasil.
O ataque de nematoides se manifesta em forma de reboleiras, onde as plantas são menores e apresentam amarelamento, evidenciando deficiência nutricional, mesmo em solos férteis.
As raízes atacadas mostram galhas e outras deformações, comprometendo a absorção de nutrientes e reduzindo a produtividade.
A prevenção é a chave para o controle eficaz dos nematoides. O uso de sementes e mudas saudáveis, assim como a limpeza rigorosa de maquinário agrícola, são medidas essenciais para evitar a propagação desses parasitas.
A rotação de cultura com espécies não hospedeiras também é uma técnica eficaz. Culturas como crotalárias e braquiárias podem interromper o ciclo de vida dos nematoides.
O manejo adequado e a identificação precisa dos nematoides são fundamentais para a sustentabilidade da agricultura brasileira, requerendo constante vigilância e implementação de estratégias de controle inovadoras.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.

O Senar MT realizou a Parceria Educacional 2026 em Cuiabá, com participação de cerca de 900 profissionais, entre instrutores e técnicos, visando capacitar e alinhar suas ações no campo. O evento destacou a importância das diretrizes pedagógicas e metodológicas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. O presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, enfatizou o compromisso do Senar MT em garantir a eficácia dos resultados para produtores rurais. A Comissão Famato Mulher também participou, destacando o impacto positivo de mulheres na produção rural. Participantes ressaltaram a necessidade de um tempo de reflexão e qualificação contínua para elevar o padrão das entregas.

A nova diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (FAET) realizou sua primeira reunião de trabalho para definir a agenda do mandato focada no futuro do agronegócio tocantinense. Liderada pelo presidente reeleito Paulo Carneiro, a reunião abordou temas como REDD+, crédito de carbono, Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e rastreabilidade bovina, essenciais para a competitividade e sustentabilidade dos produtores rurais do estado até 2026.

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