
O início da safra 2025/26 enfrentou dificuldades significativas em Paracatu, Minas Gerais, devido ao atraso e à irregularidade das chuvas. No entanto, a situação meteorológica se estabilizou com o tempo, permitindo um desenvolvimento robusto das lavouras, fator crucial para a boa produtividade esperada nas próximas semanas.
Segundo João Luiz Pinton, produtor rural local, as expectativas são positivas com o início da colheita agendado para a próxima semana. O equilíbrio das condições climáticas favoreceu o ciclo de crescimento das plantações, proporcionando uma colheita que pode assegurar uma margem financeira favorável para os agricultores da região.
Essas previsões animadoras vêm como um alívio após um começo de safra marcado pela incerteza climática. Conforme as precipitações se normalizaram e se fizeram presentes de maneira mais regular, o desenvolvimento do cultivo foi significativamente otimizado.
A comunidade agrícola de Paracatu enfrentou um período inicial desafiador, onde a falta de chuvas poderia ter comprometido a qualidade e o volume esperados para a safra 2025/26. Todavia, a rápida adaptação às condições adversas e a posterior melhoria do cenário são exemplos de resiliência e eficiência da prática agrícola moderna.
Essa iminente colheita bem-sucedida não só beneficiará a economia agrícola local, mas também destacará a importância de técnicas agrícolas resilientes e inovadoras capazes de suportar condições climáticas variáveis.
O potencial de uma safra lucrativa é visto como um motor para o crescimento econômico em Paracatu, ampliando o impacto positivo para além dos campos. Isso inclui a valorização do trabalho agrícola e o impulso dos comércios associados à agricultura na região.
É essencial que produtores e stakeholders permaneçam atentos às mudanças climáticas e continuem a investir em tecnologias e práticas que promovam a sustentabilidade e a eficácia agrícola. O ciclo de 2025/26, mesmo com seu início tumultuado, serve como um caso de estudo em resiliência e inovação frente aos desafios do setor agrícola brasileiro.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.

O Senar MT realizou a Parceria Educacional 2026 em Cuiabá, com participação de cerca de 900 profissionais, entre instrutores e técnicos, visando capacitar e alinhar suas ações no campo. O evento destacou a importância das diretrizes pedagógicas e metodológicas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. O presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, enfatizou o compromisso do Senar MT em garantir a eficácia dos resultados para produtores rurais. A Comissão Famato Mulher também participou, destacando o impacto positivo de mulheres na produção rural. Participantes ressaltaram a necessidade de um tempo de reflexão e qualificação contínua para elevar o padrão das entregas.

Um produtor rural de Viana, Espírito Santo, encontrou batatas-doces gigantes durante a colheita, com a maior pesando 7,15 quilos. O agricultor atribui o tamanho ao plantio na fase lunar minguante, prática aprendida de gerações passadas. Apesar de não haver comprovação científica sobre a influência lunar, a Embrapa destaca a importância de considerar variáveis locais e a genética das cultivares na escolha do período de plantio.

Durante o período de 20 a 26 de janeiro, o clima no Paraná, segundo o Deral, foi marcado por calor intenso, variação regional das temperaturas e chuvas irregulares, afetando o desenvolvimento das lavouras da safra 2025/26. A soja da primeira safra apresenta 89% das áreas em boas condições, mas com contrastes climáticos causando estresse hídrico em algumas regiões. O milho da primeira safra está nas fases finais de enchimento de grãos e maturação, com perspectivas positivas apesar de alguns atrasos. O plantio do milho segunda safra avança com a umidade do solo disponível. A colheita do feijão está em fase final, com resultados variáveis. A batata enfrenta dificuldades de comercialização, enquanto a cana-de-açúcar e a mandioca continuam em desenvolvimento. A fruticultura e as pastagens registram boas condições de qualidade e volume.