A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
As duas primeiras reuniões aconteceram no período da manhã e da tarde em São José do Rio Preto. Na sequência, engenheiros agrônomos encontram profissionais habilitados nos municípios de Araraquara, Limeira, Bauru, Avaré e finalizam em São Paulo.
Representaram a Defesa Agropecuária as engenheiras agrônomas Cristina Abi Rached lost, chefe dos programas estaduais e Cecilia Verardi, além do engenheiro agrônomo Marlon Peres. Na ocasião, Marilia Gregolin representou o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA – SP) e abordou questões relacionadas à responsabilidade técnica dos profissionais habilitados.
Durante a reunião, servidores da Defesa abordaram o Decreto 45.211 de 2000 que dispõe sobre as medidas de defesa sanitária vegetal no Estado de São Paulo, além da Portaria 1578 de 2026 a qual institui o SINFITO e que substitui as Instruções Normativas nº 28 e 33.
“De forma geral, o SINFITO vem com uma proposta de modernização, de digitalização de documentos e de simplificação dos processos, pois se agregou tudo em um único marco legal”, explica Cristina.
“Tanto a parte de trânsito, como a de certificação, como os manejos de riscos, eles estão sendo pautados tudo em uma única legislação, então você tem uma continuidade de entendimento, tudo fica pautado em uma única normativa/procedimento. De forma geral, depois de quase 10 anos desde a última publicação, o Sistema veio com o intuito de prever a informatização, a dispensa de assinatura física e de documentos impressos”, acrescenta a agrônoma.
Novas habilitações
Com o objetivo de habilitar novos profissionais, estão abertas as inscrições para a 67º edição do Curso de Habilitação de Responsáveis Técnicos (RT’s) para emissão do Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC). A atividade, realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em conjunto com a Defesa Agropecuária e com o Instituto Biológico (IB), está recebendo inscrições, até o dia 14 de agosto, dos(as) engenheiros(as) agrônomos(as) interessados(as) no endereço eletrônico Link
Para participar da atividade, o(a) profissional interessado(a) deve possuir registro ou visto junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) de São Paulo e fazer o cadastro no sistema GEDAVE pelo link Link
De acordo com a Instrução Normativa MAPA nº 33 de 2016, só serão habilitados para emissão de CFO/CFOC, os profissionais que tiverem frequência integral e aproveitamento mínimo de 75% nas avaliações.
Na grade horária, diversas palestras que irão abordar normas internacionais e certificações, responsabilidade técnica, regras sobre emissão de CFO/CFOC, entre outras. A atividade também irá apresentar a Portaria DAS/MAPA nº 1.578, de 2 de abril de 2026, que estabeleceu o SINFITO.
A Defesa Agropecuária, durante o curso, aborda sistemas informatizados de certificação, diretivas europeias e regras específicas para exportação de citros, noções de qualidade operacional, legislação específica para HLB/Greening e para Cancro Cítrico.
A Valtra, marca reconhecida por sua inovação e por soluções voltadas ao produtor rural, estará presente na 27ª edição da Coopercitrus Expo, que acontece de 27 a 31 de julho, em Bebedouro (SP) e tem a expectativa de superar o recorde de 25 mil visitantes, em comparação à edição anterior.

A busca por alternativas ao crédito tradicional tem levado empresas do agronegócio a ampliar o uso de instrumentos do mercado de capitais para financiar produtores, fornecedores e cadeias produtivas. O movimento acompanha o crescimento desses veículos no país. Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que o patrimônio líquido dos Fiagros saltou de R$14,7 bilhões em março de 2023 para R$44,7 bilhões em março de 2025, avanço de aproximadamente 204% em dois anos.
A John Deere acaba de anunciar a ampliação de sua operação industrial em Canoas (RS) com a implantação de uma área dedicada à montagem de componentes eletrônicos para máquinas agrícolas e de construção. A unidade, que atualmente produz os pulverizadores 1025E, tem previsão de iniciar a nova operação de componentes eletrônicos em julho de 2027.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.