
Com a colheita da soja em andamento, agricultores já começam a planejar a próxima etapa do sistema produtivo, focando no milho de inverno. A decisão sobre a janela de semeadura e a seleção de estratégias de manejo são elementos cruciais que influenciam diretamente o sucesso da colheita do milho.
O intervalo entre a retirada da soja e a emergência do milho é uma “janela agronômica estratégica”. Muitas vezes subutilizada, é essencial para controlar plantas daninhas e preservar recursos do solo. Paulo Moraes Gonçalves, especialista da Ourofino Agrociência, enfatiza a importância de iniciar o plantio de milho com um solo livre de invasoras para um desenvolvimento mais uniforme e consistente.
O manejo adequado do solo é crucial para unir produtividade, sustentabilidade e viabilidade econômica. Sistemas como o plantio direto, rotação de culturas e o uso de plantas de cobertura contribuem significativamente para a manutenção das propriedades do solo, auxiliando no controle de pragas e redução da erosão.
Mesmo em áreas que ainda necessitam de preparo convencional, cuidados redobrados no manejo ajudam a evitar problemas como compactação e perda de cobertura. Dessa forma, cria-se um ambiente propício à germinação e ao desenvolvimento do milho sem prejudicar a qualidade do solo a longo prazo.
O controle químico das plantas daninhas logo após a emergência é essencial, pois a presença delas pode prejudicar o desenvolvimento do milho e reduzir sua produtividade. O herbicida pós-emergente Brucia®, da Ourofino Agrociência, surge como uma solução eficiente, oferecendo controle e segurança adequados mesmo em condições desafiadoras.
O sucesso na produção de milho de inverno requer um planejamento integrado que considere todos os aspectos do sistema produtivo. Um manejo estratégico de plantas daninhas não apenas beneficia a safra atual, mas também reduz o banco de sementes de invasoras e contribui para solos mais equilibrados e resilientes para culturas futuras.
Com essas abordagens, os produtores garantem um ciclo produtivo mais robusto e eficiente, assegurando não somente a saúde da cultura do milho, mas também o futuro das colheitas subsequentes.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.

O Senar MT realizou a Parceria Educacional 2026 em Cuiabá, com participação de cerca de 900 profissionais, entre instrutores e técnicos, visando capacitar e alinhar suas ações no campo. O evento destacou a importância das diretrizes pedagógicas e metodológicas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. O presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, enfatizou o compromisso do Senar MT em garantir a eficácia dos resultados para produtores rurais. A Comissão Famato Mulher também participou, destacando o impacto positivo de mulheres na produção rural. Participantes ressaltaram a necessidade de um tempo de reflexão e qualificação contínua para elevar o padrão das entregas.

Um produtor rural de Viana, Espírito Santo, encontrou batatas-doces gigantes durante a colheita, com a maior pesando 7,15 quilos. O agricultor atribui o tamanho ao plantio na fase lunar minguante, prática aprendida de gerações passadas. Apesar de não haver comprovação científica sobre a influência lunar, a Embrapa destaca a importância de considerar variáveis locais e a genética das cultivares na escolha do período de plantio.

Durante o período de 20 a 26 de janeiro, o clima no Paraná, segundo o Deral, foi marcado por calor intenso, variação regional das temperaturas e chuvas irregulares, afetando o desenvolvimento das lavouras da safra 2025/26. A soja da primeira safra apresenta 89% das áreas em boas condições, mas com contrastes climáticos causando estresse hídrico em algumas regiões. O milho da primeira safra está nas fases finais de enchimento de grãos e maturação, com perspectivas positivas apesar de alguns atrasos. O plantio do milho segunda safra avança com a umidade do solo disponível. A colheita do feijão está em fase final, com resultados variáveis. A batata enfrenta dificuldades de comercialização, enquanto a cana-de-açúcar e a mandioca continuam em desenvolvimento. A fruticultura e as pastagens registram boas condições de qualidade e volume.