
Antonio Cabrera Mano Filho, ex-ministro da Agricultura durante o governo Collor, expressou preocupação com a distância crescente entre o agronegócio e o governo federal. Durante uma análise sobre a atuação de Carlos Fávaro, atual Ministro da Agricultura, Cabrera destacou medidas recentes que considera prejudiciais para o setor.
Cabrera reconheceu a boa intenção de Fávaro e seu passado como presidente da Aprosoja, embora acredite que isso ainda não tenha promovido uma aproximação efetiva entre o governo e os produtores agrícolas.
“Eu até acho que o ministro Carlos Fávaro é uma pessoa bem-intencionada, até porque ele foi presidente da Aprosoja. Agora, a realidade é que o setor não está próximo do governo federal”, afirmou Cabrera.
O ex-ministro mencionou que diversos pronunciamentos públicos e decisões do Executivo têm causado insatisfação entre os envolvidos com o agronegócio. Um dos pontos destacados por Cabrera foi a inclusão de espécies produtivas na lista de espécies exóticas invasoras, como o eucalipto e a tilápia, o que, segundo ele, gerou descontentamento.
Além disso, Cabrera citou o debate sobre o marco temporal e o aumento de impostos como exemplos de pautas que afastam ainda mais o setor produtivo do governo, reforçando essa percepção de distanciamento.
Para Cabrera, mesmo existindo um discurso de diálogo com o agronegócio, as ações do governo federal não têm sido amplamente percebidas como favoráveis pelo setor. Ele argumenta que há uma série de medidas que contradizem as declarações de apoio ao agronegócio.
Com o cenário atual, o ex-ministro conclui que há necessidade de uma revisão de posturas que impactam diretamente a produção agrícola, na esperança de um ambiente mais colaborativo e favorável ao crescimento do agronegócio nacional.

No dia 6 de agosto de 2026, de 14h às 18h, entidades promoveram em Natal o evento 'Minerais Críticos para o Rio Grande do Norte', com foco em industrialização e valor agregado a recursos estratégicos. Líderes destacaram a importância dos minerais críticos e o potencial do tungstênio no Seridó.

As recentes decisões da Justiça sobre a recuperação de créditos de PIS e Cofins têm chamado a atenção de empresas do agronegócio. O entendimento, que ganhou força após as mudanças promovidas pela Lei Complementar 224/2025, pode representar uma oportunidade para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias revisarem sua estratégia tributária e recuperarem valores pagos indevidamente.
A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.