
Em meio aos desafios políticos no Parlamento Europeu, a ApexBrasil intensifica sua estratégia de articulação política para promover a inserção das empresas brasileiras no mercado europeu. Recentemente, o presidente da Agência, Jorge Viana, em entrevista coletiva em Brasília, destacou que o Acordo Mercosul-União Europeia é um marco de abertura econômica e pode reposicionar o Brasil nas cadeias globais de valor.
Segundo Viana, análises da área de Inteligência da ApexBrasil revelaram 543 oportunidades de exportação que se beneficiarão de desgravação tarifária imediata após a vigência do acordo. Estes produtos correspondem a um mercado potencial de US$ 43,9 bilhões em importações anuais da União Europeia, enquanto o Brasil atualmente exporta apenas US$ 1,1 bilhão desse total. “Esses números revelam um oceano de oportunidades para empresas brasileiras de todos os portes”, afirmou.
Apesar dos obstáculos legais enfrentados no Parlamento Europeu, Viana avalia que isso não prejudica o entendimento estrutural entre os blocos. “Foi uma manobra política dos opositores, algo inerente ao jogo político”, comentou. Para fortalecer o diálogo institucional, a Agência está coordenando, com o Congresso Nacional, o envio de uma comitiva brasileira ao Parlamento Europeu. O grupo incluirá o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o senador Nelsinho Trad.
Simultaneamente, a ApexBrasil está elaborando uma campanha de reposicionamento internacional para melhorar a percepção do Brasil na Europa, com especial foco no setor privado. “Vamos demonstrar que o Brasil não é um bicho-papão”, declarou Viana. Essa estratégia envolverá missões empresariais, encontros com parlamentares e diversas ações de comunicação.

No dia 6 de agosto de 2026, de 14h às 18h, entidades promoveram em Natal o evento 'Minerais Críticos para o Rio Grande do Norte', com foco em industrialização e valor agregado a recursos estratégicos. Líderes destacaram a importância dos minerais críticos e o potencial do tungstênio no Seridó.

As recentes decisões da Justiça sobre a recuperação de créditos de PIS e Cofins têm chamado a atenção de empresas do agronegócio. O entendimento, que ganhou força após as mudanças promovidas pela Lei Complementar 224/2025, pode representar uma oportunidade para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias revisarem sua estratégia tributária e recuperarem valores pagos indevidamente.
A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.