
A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern), o Senai-RN e o Sindiminerais-RN promoveram, no dia 6 de agosto de 2026, entre 14h e 18h, o evento "Minerais Críticos para o Rio Grande do Norte". Realizado na Casa da Indústria, em Natal, o encontro abordou a agregação de valor e a industrialização de terras raras e minerais críticos.
O presidente da Fiern, Roberto Serquiz, destacou a mudança no cenário estratégico global. Segundo ele, se há alguns anos o petróleo simbolizava o poder econômico e estratégico, hoje esse espaço é ocupado pelos minerais críticos.
O diretor do Senai-RN, Rodrigo Mello, ressaltou o tungstênio como matéria-prima historicamente explorada na região do Seridó. Ele apontou a necessidade de o mineral passar por etapas de processamento para que haja agregação de valor no próprio Rio Grande do Norte.
Durante a programação, o consultor legislativo do Senado Federal, Israel Lacerda de Araújo, apresentou a palestra "Minerais Críticos para o Brasil". A exposição tratou de soberania nacional e transição energética.
O tema também se conecta a pesquisas aplicadas. André Pimenta, químico e mestre em Engenharia de Materiais pela UFOP, atua há mais de 20 anos em pesquisa nas áreas de minerais críticos, hidrometalurgia e materiais magnéticos, vinculado ao CIT Senai Ímãs de Terras Raras.
O evento reforçou o debate sobre como o estado pode avançar na cadeia produtiva desses recursos, unindo indústria, pesquisa e políticas públicas.

As recentes decisões da Justiça sobre a recuperação de créditos de PIS e Cofins têm chamado a atenção de empresas do agronegócio. O entendimento, que ganhou força após as mudanças promovidas pela Lei Complementar 224/2025, pode representar uma oportunidade para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias revisarem sua estratégia tributária e recuperarem valores pagos indevidamente.
A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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