
O objetivo da prática é eliminar e controlar de forma eficiente, a fonte de alimento para os insetos, reduzindo consequentemente as populações desta praga para manter a sanidade da safra seguinte.
A medida está em conformidade com o Programa Nacional de Prevenção e Controle do Bicudo do Algodoeiro, instituído pela Instrução Normativa nº 44, de 29 de julho de 2008, do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Para que o vazio sanitário do algodão seja eficiente, é importante que o produtor faça a completa eliminação da cultura, com a destruição das soqueiras, ficando atento aos possíveis rebrotes das plantas, uma vez que se trata de uma espécie perene de difícil destruição.
O bicudo-do-algodoeiro é uma praga com alto potencial de destruição, podendo causar danos em diferentes partes da planta. A praga tem preferência pelas estruturas reprodutivas, nas quais perfura os botões florais para a alimentação e oviposição, causando sua queda. No período de frutificação, quando as densidades populacionais são mais altas, os insetos atacam as maçãs onde passam a se alimentar das fibras e sementes da planta, causando grande destruição e consequente queda de produtividade.
Além do cumprimento do vazio sanitário, o cotonicultor paulista deve ficar atento à obrigatoriedade de cadastro das áreas de produção de algodão. A data de plantio deve ser informada, pelo proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título de propriedade produtora de algodão, até 15 dias após o término do plantio.

A safra brasileira de algodão surpreendeu com produtividade por hectare elevada, apesar de menor área plantada. Cotações sobem por adversidades climáticas em concorrentes internacionais, colheita mais lenta no país e volatilidade energética.

Uma solução para minimizar perdas causadas por percevejos em plantações de soja foi desenvolvida na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) por um grupo de pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) da Universidade. A tecnologia nasceu de uma pesquisa coordenada pelo pesquisador Henrique Marques de Souza, professor associado do Instituto, para controlar a ação de percevejos em plantações de soja por meio de RNA de interferência (RNAi), processo biológico que é chamado de silenciamento gênico.

A SLC Agrícola, uma das maiores produtoras de commodities agrícolas do país, inaugurou, em julho, a maior algodoeira da companhia. Localizada na Fazenda Parnaguá, no Piauí, a unidade tem capacidade para processar até 80 fardos por hora e beneficiar a produção de aproximadamente 20 mil hectares por safra, podendo chegar a 25 mil.
Os principais ecto e endoparasitas causam prejuízos superiores a US$18 bilhões por ano à pecuária brasileira, segundo a Embrapa. Diante desse cenário, julho marca uma das etapas mais importantes do calendário sanitário de inverno, período estratégico para reforçar o controle de vermes, carrapatos, bernes e outros parasitas que comprometem a saúde animal, reduzem a produtividade e geram perdas econômicas. Nesse contexto, os endectocidas, medicamentos utilizados no controle de parasitas internos e externos, são aliados importantes para preservar a saúde dos animais, manter os índices de produtividade e reduzir os impactos das infestações.

Pela primeira vez, a parasitização de adultos do percevejo-barriga-verde Diceraeus melacanthus pela mosca Trichopoda ypiranga em áreas agrícolas do médio-norte de Mato Grosso, entre outubro de 2021 e fevereiro de 2025, evidenciando o potencial desse inimigo natural no manejo integrado de pragas (MIP). Foram avaliadas 43 amostragens em nove municípios, com a coleta de 7.754 adultos de D. melacanthus, dos quais....