
A última semana de janeiro traz um alerta meteorológico grave para várias regiões do Brasil. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que um calor acima da média histórica será predominante, afetando principalmente o Mato Grosso do Sul e o interior da Região Sul, onde as temperaturas podem atingir quase 40°C.
No Mato Grosso do Sul, espera-se que o calor se intensifique devido ao ar quente e seco em níveis baixos da atmosfera. O oeste do estado deve ser a área mais afetada, com termômetros se aproximando dos 40°C nas tardes de segunda e terça-feira. Esse cenário gera grande desconforto térmico, agravado pela sensação de abafamento.
A influência de uma área de baixa pressão no Paraguai pode aumentar a frequência de chuvas mais intensas no norte, oeste e leste do Mato Grosso do Sul.
O calor também será sentido intensamente no interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O oeste gaúcho deve ter destaque, com cidades como Alegrete, São Borja e Uruguaiana enfrentando temperaturas que podem ultrapassar 38°C.
Em Santa Catarina, principalmente no centro-oeste, as temperaturas podem ficar entre 35°C e 36°C, excedendo em até 6°C as médias históricas. No Paraná, o calor mais robusto deve ocorrer no oeste, com impactos similares.
O Inmet destaca o possível enquadramento do evento como uma onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, seguindo critérios da Organização Meteorológica Mundial. Para isso, é considerada uma ignegência de temperaturas máximas 5°C acima da média por cinco ou mais dias consecutivos.
Com temperaturas elevadas, determinadas medidas são recomendadas para minimizar os riscos à saúde:
O alerta do Inmet e as previsões climáticas apontam para uma semana marcada por calor extremo em diversas regiões brasileiras, exigindo cuidados redobrados da população.

Passagem de frente fria e formação de ciclone trarão chuvas intensas ao Sul e Sudeste do Brasil a partir de 29 de setembro, segundo o Inmet. A previsão é de tempestades, vento, raios e granizo, com chuvas superando 100 mm em algumas áreas. Na sexta-feira, 30, o ciclone intensifica as chuvas no Sudeste, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. No sábado, 31, chuvas persistentes seguem entre o Triângulo Mineiro e o Rio de Janeiro, com risco de volumes elevados. O ciclone pode manter a umidade alta até a próxima semana, levando a um padrão típico de verão.

A Queijaria Faz o Bem, localizada em Piumhi (MG), combina agroecologia e pecuária regenerativa na produção de Queijo Canastra, preservando 44% de sua área com mata nativa e empregando um sistema regenerativo que integra pastagens, agroflorestas e bem-estar animal. Fundada por Vinícius Soares, a propriedade é um modelo de sustentabilidade, não utilizando agrotóxicos e aproveitando subprodutos como o soro de queijo na alimentação suína. O Sebrae apoiou o desenvolvimento da identidade de marca e da Indicação de Procedência do Queijo Canastra. A Faz o Bem foi premiada em competições nacionais e internacionais por sua excelência, e busca ser um exemplo inspirador de produção regenerativa. Paralelamente, a Reforma Tributária impacta o agronegócio brasileiro, introduzindo o IBS e CBS como novos modelos de taxa e promovendo a adoção de um CNPJ alfanumérico para produtores rurais, visando simplificação e inclusão fiscal.

Nos últimos anos, entre 2012 e 2025, o Brasil contabilizou 1.205 pedidos nacionais de patentes verdes, com o Nordeste contribuindo apenas com 12% desse total, ficando atrás do Sudeste e do Sul. O relatório do INPI, divulgado em janeiro, mostra que o país é o segundo maior em pedidos de tecnologias agrícolas verdes no mundo, principalmente em biofertilizantes e defensivos sustentáveis. As patentes de origem estrangeira também seguem essa tendência. A estrutura de pesquisa nacional é majoritariamente pública, destacando a participação da Embrapa e das universidades federais, especialmente no Sudeste. No entanto, o Nordeste apresenta inovação concentrada em poucos polos estaduais, com a maior parte dos pedidos não chegando a se tornar patentes protegidas. A falta de colaborações inter-regionais e a predominância de atores públicos limitam a conversão da pesquisa em produtos comercializáveis. Essas dinâmicas são discutidas no relatório completo do INPI disponível online.

A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que entrará em vigor em fevereiro, isenta a pecuária e a agricultura do licenciamento, mesmo em terras sem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) homologado, alarmando especialistas sobre possíveis impactos devastadores no Amazonas. A modificação da lei, com a liberação de atividades sem análise prévia, enfraquece a fiscalização e aumenta o risco de desmatamento ilegal, afetando unidades de conservação e a biodiversidade, como o macaco-aranha-de-cara-preta. A nova regulamentação também reduz o poder do ICMBio em monitorar impactos, gerando insegurança jurídica e ameaçando o clima local.

A nova diretoria da FAET, liderada pelo presidente reeleito Paulo Carneiro, realizou sua primeira reunião do mandato para estabelecer pautas estratégicas para o agronegócio do Tocantins até 2026. Os assuntos em foco incluem REDD+, crédito de carbono, proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico e rastreabilidade bovina. A diretoria pretende fortalecer exposições agropecuárias e feiras rurais como ambientes de negócios. O encontro também abordou a parceria com o governo estadual e o investimento em capacitação técnica dos sindicatos rurais para ampliar a realização de eventos no estado.