
Por Global Saúde - Atualizado em 26/01/2026
O estado catarinense tem se destacado na transformação do manejo agrícola através do uso inovador de bioinsumos. Pesquisas focadas em microrganismos e produtos biológicos estão ganhando visibilidade e provando seu valor na promoção de práticas agrícolas mais sustentáveis.
Com o aumento das iniciativas de desenvolvimento e aplicação de tecnologias biológicas, Santa Catarina surge como um exemplo na integração de soluções verdes para agricultura. Este avanço não só reforça práticas agrícolas ambientais, mas também promete mudanças significativas na forma como os alimentos são produzidos no Brasil.
Visto como parte da solução para desafios impostos pelo cultivo tradicional, o uso intensivo de bioinsumos ajuda a reduzir a dependência química e minimiza os impactos ambientais negativos enfrentados pelos agricultores hoje. Microrganismos benéficos e produtos biológicos estão no centro dessa revolução, adaptando-se às necessidades locais e melhorando a saúde do solo.
Os efeitos positivos destes insumos biológicos são notórios frente aos desafios modernos da agricultura, indicando um caminho promissor para um modelo agrícola mais sustentável e eficiente, alinhando-se com as exigências ambientais globais.
Combinando pesquisa e aplicação prática, renomadas instituições e empresas locais têm se unido para explorar este potencial, investindo pesadamente em iniciativas que promovem uma agricultura comprometida com o futuro do planeta.
Os adeptos das novas práticas sustentáveis conquistam não apenas resultados promissores nas colheitas, mas também contribuem de forma direta para uma economia agrícola que prioriza a saúde ambiental e a sustentabilidade.
À medida que os bioinsumos continuam a crescer em importância e implementação, a expectativa é que sua presença no setor agrícola de Santa Catarina se torne ainda mais robusta, influenciando políticas e práticas em todo o país.

Passagem de frente fria e formação de ciclone trarão chuvas intensas ao Sul e Sudeste do Brasil a partir de 29 de setembro, segundo o Inmet. A previsão é de tempestades, vento, raios e granizo, com chuvas superando 100 mm em algumas áreas. Na sexta-feira, 30, o ciclone intensifica as chuvas no Sudeste, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. No sábado, 31, chuvas persistentes seguem entre o Triângulo Mineiro e o Rio de Janeiro, com risco de volumes elevados. O ciclone pode manter a umidade alta até a próxima semana, levando a um padrão típico de verão.

A Queijaria Faz o Bem, localizada em Piumhi (MG), combina agroecologia e pecuária regenerativa na produção de Queijo Canastra, preservando 44% de sua área com mata nativa e empregando um sistema regenerativo que integra pastagens, agroflorestas e bem-estar animal. Fundada por Vinícius Soares, a propriedade é um modelo de sustentabilidade, não utilizando agrotóxicos e aproveitando subprodutos como o soro de queijo na alimentação suína. O Sebrae apoiou o desenvolvimento da identidade de marca e da Indicação de Procedência do Queijo Canastra. A Faz o Bem foi premiada em competições nacionais e internacionais por sua excelência, e busca ser um exemplo inspirador de produção regenerativa. Paralelamente, a Reforma Tributária impacta o agronegócio brasileiro, introduzindo o IBS e CBS como novos modelos de taxa e promovendo a adoção de um CNPJ alfanumérico para produtores rurais, visando simplificação e inclusão fiscal.

Nos últimos anos, entre 2012 e 2025, o Brasil contabilizou 1.205 pedidos nacionais de patentes verdes, com o Nordeste contribuindo apenas com 12% desse total, ficando atrás do Sudeste e do Sul. O relatório do INPI, divulgado em janeiro, mostra que o país é o segundo maior em pedidos de tecnologias agrícolas verdes no mundo, principalmente em biofertilizantes e defensivos sustentáveis. As patentes de origem estrangeira também seguem essa tendência. A estrutura de pesquisa nacional é majoritariamente pública, destacando a participação da Embrapa e das universidades federais, especialmente no Sudeste. No entanto, o Nordeste apresenta inovação concentrada em poucos polos estaduais, com a maior parte dos pedidos não chegando a se tornar patentes protegidas. A falta de colaborações inter-regionais e a predominância de atores públicos limitam a conversão da pesquisa em produtos comercializáveis. Essas dinâmicas são discutidas no relatório completo do INPI disponível online.

A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que entrará em vigor em fevereiro, isenta a pecuária e a agricultura do licenciamento, mesmo em terras sem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) homologado, alarmando especialistas sobre possíveis impactos devastadores no Amazonas. A modificação da lei, com a liberação de atividades sem análise prévia, enfraquece a fiscalização e aumenta o risco de desmatamento ilegal, afetando unidades de conservação e a biodiversidade, como o macaco-aranha-de-cara-preta. A nova regulamentação também reduz o poder do ICMBio em monitorar impactos, gerando insegurança jurídica e ameaçando o clima local.

A nova diretoria da FAET, liderada pelo presidente reeleito Paulo Carneiro, realizou sua primeira reunião do mandato para estabelecer pautas estratégicas para o agronegócio do Tocantins até 2026. Os assuntos em foco incluem REDD+, crédito de carbono, proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico e rastreabilidade bovina. A diretoria pretende fortalecer exposições agropecuárias e feiras rurais como ambientes de negócios. O encontro também abordou a parceria com o governo estadual e o investimento em capacitação técnica dos sindicatos rurais para ampliar a realização de eventos no estado.