
A Adematur inaugurou um projeto inovador de Place Branding dedicado à Rota Turística de Pedra Menina. Este projeto visa reforçar a imagem e a promoção do destino, em parceria com a Prefeitura de Dores do Rio Preto. A iniciativa recebe apoio financeiro por meio de uma emenda parlamentar do deputado estadual Thiago Hoffmann, contando também com o respaldo da Aderes e do Sebrae Espírito Santo.
A proposta central do projeto é a criação de uma marca-lugar autêntica e participativa, promovendo um turismo sustentável, estímulando a economia criativa e envolvendo ativamente a comunidade. Entre as várias etapas do projeto, estão o diagnóstico estratégico, escuta ativa, mapeamento de ativos e a definição de diretrizes claras de comunicação e posicionamento.
A fase inicial é diretamente orientada para moradores, empreendedores locais, o Conselho Municipal de Turismo, o Conselho de Cultura e outros atores do território. Este é um processo que se caracteriza pela participação ativa, que valoriza a escuta ativa e a cocriação, fundamentais para garantir que a identidade criada seja legítima e esteja alinhada com as expectativas da comunidade.
O Diagnóstico Estratégico, primeira etapa do projeto, envolve o mapeamento de percepções e a identificação de ativos culturais, naturais e simbólicos. Adicionalmente, é realizada a análise do potencial turístico e econômico da região, garantindo um planejamento estratégico sólido.
O Studio Soma Consultoria é responsável por conduzir a execução técnica deste projeto. Reconhecido por seu trabalho em estratégias de marca, desenvolvimento territorial, e place branding em todo o Brasil, a consultoria traz expertise e inovação para o projeto.
Segundo Mário Renato, presidente da Adematur, o projeto representa um movimento autêntico e genuíno da região:
“Este projeto nasce do desejo da comunidade e dos empresários de Pedra Menina em fortalecer e agregar valor à marca-lugar. É um passo importante para promover um turismo regenerativo e sustentável, que respeita o território, valoriza as pessoas e gera desenvolvimento de forma equilibrada.”
Para o prefeito Thiago Pessotti, o projeto é um marco para Dores do Rio Preto:
“A Rota Pedra Menina é símbolo de potencial e beleza do nosso município. Valorizar a identidade deste território é garantir um turismo mais consciente, sustentável e conectado com a nossa gente.”
O Sebrae, como parceiro estratégico, destaca a importância da atuação integrada para o sucesso do projeto. Conforme Leonardo Ferreira dos Santos, analista do Sebrae na Regional Caparaó:
“O Sebrae acredita no potencial transformador do turismo quando ele é trabalhado de forma planejada, conectada ao território e às suas vocações. O Place Branding da Rota Pedra Menina é uma oportunidade de organizar essa oferta turística com identidade, protagonismo local e visão de futuro. Estamos aqui para apoiar e fomentar esse processo em todas as etapas.”
Através desta iniciativa, Pedra Menina avança na consolidação de um modelo de desenvolvimento territorial que valoriza suas características únicas, promovendo o turismo de forma integrada e fortalecendo a economia local com respeito à cultura, à natureza e ao modo de vida da comunidade.

Passagem de frente fria e formação de ciclone trarão chuvas intensas ao Sul e Sudeste do Brasil a partir de 29 de setembro, segundo o Inmet. A previsão é de tempestades, vento, raios e granizo, com chuvas superando 100 mm em algumas áreas. Na sexta-feira, 30, o ciclone intensifica as chuvas no Sudeste, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. No sábado, 31, chuvas persistentes seguem entre o Triângulo Mineiro e o Rio de Janeiro, com risco de volumes elevados. O ciclone pode manter a umidade alta até a próxima semana, levando a um padrão típico de verão.

A Queijaria Faz o Bem, localizada em Piumhi (MG), combina agroecologia e pecuária regenerativa na produção de Queijo Canastra, preservando 44% de sua área com mata nativa e empregando um sistema regenerativo que integra pastagens, agroflorestas e bem-estar animal. Fundada por Vinícius Soares, a propriedade é um modelo de sustentabilidade, não utilizando agrotóxicos e aproveitando subprodutos como o soro de queijo na alimentação suína. O Sebrae apoiou o desenvolvimento da identidade de marca e da Indicação de Procedência do Queijo Canastra. A Faz o Bem foi premiada em competições nacionais e internacionais por sua excelência, e busca ser um exemplo inspirador de produção regenerativa. Paralelamente, a Reforma Tributária impacta o agronegócio brasileiro, introduzindo o IBS e CBS como novos modelos de taxa e promovendo a adoção de um CNPJ alfanumérico para produtores rurais, visando simplificação e inclusão fiscal.

Nos últimos anos, entre 2012 e 2025, o Brasil contabilizou 1.205 pedidos nacionais de patentes verdes, com o Nordeste contribuindo apenas com 12% desse total, ficando atrás do Sudeste e do Sul. O relatório do INPI, divulgado em janeiro, mostra que o país é o segundo maior em pedidos de tecnologias agrícolas verdes no mundo, principalmente em biofertilizantes e defensivos sustentáveis. As patentes de origem estrangeira também seguem essa tendência. A estrutura de pesquisa nacional é majoritariamente pública, destacando a participação da Embrapa e das universidades federais, especialmente no Sudeste. No entanto, o Nordeste apresenta inovação concentrada em poucos polos estaduais, com a maior parte dos pedidos não chegando a se tornar patentes protegidas. A falta de colaborações inter-regionais e a predominância de atores públicos limitam a conversão da pesquisa em produtos comercializáveis. Essas dinâmicas são discutidas no relatório completo do INPI disponível online.

A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que entrará em vigor em fevereiro, isenta a pecuária e a agricultura do licenciamento, mesmo em terras sem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) homologado, alarmando especialistas sobre possíveis impactos devastadores no Amazonas. A modificação da lei, com a liberação de atividades sem análise prévia, enfraquece a fiscalização e aumenta o risco de desmatamento ilegal, afetando unidades de conservação e a biodiversidade, como o macaco-aranha-de-cara-preta. A nova regulamentação também reduz o poder do ICMBio em monitorar impactos, gerando insegurança jurídica e ameaçando o clima local.

A nova diretoria da FAET, liderada pelo presidente reeleito Paulo Carneiro, realizou sua primeira reunião do mandato para estabelecer pautas estratégicas para o agronegócio do Tocantins até 2026. Os assuntos em foco incluem REDD+, crédito de carbono, proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico e rastreabilidade bovina. A diretoria pretende fortalecer exposições agropecuárias e feiras rurais como ambientes de negócios. O encontro também abordou a parceria com o governo estadual e o investimento em capacitação técnica dos sindicatos rurais para ampliar a realização de eventos no estado.