
Representando o Sindicato Rural de Alegrete, a diretora e presidente da Comissão das Mulheres do Agro da entidade, Martha Santos Louzada, destacou durante um importante evento do setor o compromisso do sindicato com a educação, a valorização do setor produtivo e o fortalecimento da liderança feminina no agronegócio.
Em um momento em que a aproximação entre escola e realidade produtiva é cada vez mais debatida, a participação da dirigente reforçou a necessidade de formar novas gerações com informação qualificada e conectada aos desafios e às oportunidades do campo, especialmente em regiões onde a cadeia agrícola tem papel central no desenvolvimento local.
Martha participou do painel “De Olho no Material Escolar”, no qual defendeu a importância de aproximar os temas trabalhados nas escolas da rotina do meio rural. Segundo ela, essa conexão contribui para ampliar o entendimento sobre o agronegócio, reduzir distâncias entre campo e cidade e fortalecer o diálogo entre produtores, estudantes e sociedade.
A proposta é levar para a sala de aula conteúdos alinhados à realidade regional, valorizando a produção e promovendo conhecimento sobre processos produtivos e sua relevância social.
Para a dirigente, o debate sobre materiais didáticos e conteúdos escolares deve considerar o contexto local e as vocações produtivas, para que os estudantes compreendam com mais clareza como o setor agropecuário impacta a economia, a geração de empregos e a dinâmica das comunidades.
Educação contextualizada: conteúdos escolares conectados ao cotidiano do campo.
Informação qualificada: abordagem baseada em dados e em práticas produtivas.
Diálogo ampliado: aproximação entre produtores, estudantes e sociedade.
Valorização regional: reconhecimento do papel do agro no desenvolvimento local.
Além da atuação no painel, Martha coordenou a visita de grupos de estudantes à programação da Abertura da Colheita, integrando as atividades do projeto “Vivenciando a Prática”. A iniciativa busca oferecer aos jovens a oportunidade de conhecer de perto as atividades do agronegócio, seus processos de produção e a relevância da cadeia do arroz para o desenvolvimento regional.
A proposta de vivência no evento amplia o contato dos estudantes com diferentes etapas produtivas e com a lógica de funcionamento de uma cadeia agrícola estratégica, permitindo que conceitos debatidos em sala de aula sejam observados na prática. Especialistas do setor avaliam que esse tipo de aproximação contribui para decisões mais informadas sobre carreira, formação técnica e participação cidadã.
Por que a vivência prática importa?
Ajuda a traduzir conteúdos teóricos em situações reais.
Amplia a compreensão sobre produção de alimentos e sustentabilidade.
Fortalece a conexão entre educação, trabalho e desenvolvimento regional.
Para a presidente da comissão, a presença no evento também reforça o papel do sindicato como agente de transformação social. A entidade, segundo ela, vai além da representação do setor produtivo ao investir na formação das novas gerações e ao incentivar a participação feminina em espaços de decisão no agro.
O fortalecimento da liderança feminina no agronegócio tem sido apontado como uma estratégia para ampliar diversidade, qualificar a gestão e fomentar ambientes de inovação no campo. Nesse contexto, a atuação de comissões e iniciativas voltadas às mulheres do agro contribui para criar redes de apoio, estimular protagonismo e abrir caminhos para novas lideranças.
Tema Mensagem central Impacto esperado Educação Aproximar escola e realidade do campo Mais compreensão sobre o agro e diálogo social Juventude Vivência prática com cadeias produtivas Formação cidadã e decisões de carreira mais informadas Mulheres no agro Incentivar participação em espaços de decisão Fortalecimento de lideranças e diversidade na gestão
Ao defender uma educação mais conectada com a realidade rural e ao promover experiências práticas para estudantes, a atuação da comissão e do sindicato evidencia como iniciativas locais podem contribuir para uma compreensão mais ampla sobre produção de alimentos, desenvolvimento regional e participação social.
Conteúdo jornalístico reescrito com foco em informação, contexto e relevância pública, mantendo os principais fatos e declarações apresentados no relato original.

Resumo: As cotações de commodities agrícolas fecharam em queda, com o cacau caindo para próximas de três anos devido à demanda fraca e ao acúmulo de estoques. O cacau de Londres caiu 4,6% para 2.057 libras/tonelada (barra mínima de 2.046) e o de Nova York recuou 5,7% para US$ 2.888/tonelada, com perdas semanais e acumulação de quedas nas últimas três semanas. A erosão da demanda, combinada com reformulações de produtos, sustenta os estoques principalmente na Costa do Marfim e Gana. A Hedgepoint projeta excedente global de cacau de 365 mil t em 2025/26. No café, o arabica caiu 0,5% para US$ 2,8075/lb, com estoques da ICE em alta (466.055 sacas) e expectativa de safra brasileira robusta; o robusta caiu 0,4% para US$ 3.624/tonelada, atingindo mínimo de seis meses. No açúcar, o açúcar bruto caiu 0,8% para 14,30 centavos/lb, com entregas próximas; a OIC revisou para baixo o excedente global para 2025/26 em 1,22 milhão de t, enquanto o açúcar branco ficou estável em US$ 407,70/tonelada. Em síntese, o início de 2025/26 aponta para excedentes e pressão de preços, impulsionados por demanda fraca e estoques elevados.

Sumário: Os contratos futuros do trigo nos EUA atingiram o maior nível em um ano, impulsionados por temores de conflito entre EUA e Irã e pela cobrança de posições vendidas. O milho subiu para sete semanas, impulsionado por compras técnicas e pelo efeito cascata do trigo. A soja atingiu 20 meses, sustentada pela demanda de biocombustíveis e pela esperança de novas compras da China, apesar de uma safra brasileira potencialmente recorde limitar os ganhos. O ambiente permanece volátil, com negociações EUA-Teerã ainda inconclusivas e o petróleo subindo cerca de 2%, influenciando os mercados. Don Roose, da U.S. Commodities, destacou cautela antes do fim de semana, com fundos em posição desfavorável. Fechamentos: trigo US$ 5,915/bushel (+US$ 0,17), milho US$ 4,485/bushel (+US$ 0,05) e soja US$ 11,7075/bushel (+US$ 0,0725). Semanal: trigo +1,9%, milho +2%, soja +1,5%.

Resumo executivo: O Banco do Brasil (BBAS3) encara 2026 sob pressão, com inadimplência acima de 90 dias em 5,17% e o agronegócio em 6,09%. O 1T26 deve confirmar se a recuperação de margens ganha consistência ou se o desconto frente aos bancos privados permanece.

Chuvas e obras na via Transportuária, que liga Mato Grosso ao terminal de Miritituba, atrapalham o escoamento de grãos para os portos do Arco Norte, gerando filas de caminhões de até 25 quilômetros até a BR-163. As melhorias estão orçadas em cerca de R$ 105 milhões e incluem a construção de um novo acesso; a Amport informou que serão asfaltados 3,8 quilômetros da via, com a ladeira Santo Antônio (406 metros) revestida em concreto armado, em investimentos de R$ 21,6 milhões em obras e R$ 3,5 milhões em manutenção.

Resumo: O governo revogou o decreto que previa a concessão privada das hidrovias amazônicas, e o tema continua em estudos. O ministro Silvio Costa Filho afirmou que a suspensão não interrompe os estudos, que seguem em cinco frentes (dois no BNDES e três na Infra S.A.) com consultas públicas e ampliação do diálogo com a população, movimentos sociais e setor produtivo. Indígenas realizaram protestos contra a medida, chegando a ocupar a Cargill em Santarém e a realizar ações em São Paulo e Brasília; a revogação foi justificada pelo “risco de vida” decorrente das manifestações.